• rio-salvador-slider

  • salvador-aracaju-slider

  • costa-do-dende-slider

Arquivado por May, 2012

Endorfina o relaxante natural do prazer

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Saúde

A endorfina é um neurotransmissor, assim como a noradrenalina, a acetilcolina e a dopamina, e é uma substância química utilizada pelos neurônios na comunicação do sistema nervoso. É um hormônio, uma substância química que, transportada pelo sangue, faz comunicação com outras células, ela é o hormônio do prazer.
Sua denominação se origina das palavras “endo” (interno) e “morfina” (analgésico).
As endorfinas foram descobertas em 1975. Foram encontradas 20 tipos diferentes de endorfinas no sistema nervoso, sendo a beta-endorfina a mais eficiente pois é a qual dá o efeito mais eufórico ao cérebro. Ela é composta por 31 aminoácidos. A endorfina é produzida em resposta à atividade física e durante o orgasmo, visando relaxar e dar prazer, despertando uma sensação de euforia e bem-estar.

Efeitos principais das endorfinas:
Melhoram a memória;
Melhoram o estado de espírito (bom humor);
Aumentam a resistência;
Aumentam a disposição física e mental;
Melhoram o nosso sistema imunológico;
Bloqueiam as lesões dos vasos sanguíneos;
Têm efeito antienvelhecimento, pois removem superóxidos (radicais livres);
Aliviam as dores;
Melhoram a concentração.

Atualmente sabemos que a endorfina é produzida na hipófise e liberada para o sangue juntamente com outros hormônios como o GH (hormônio do crescimento) e o ACTH (hormônio adrenocorticotrófico) que estimula a produção de adrenalina e cortisol.
Nos últimos trinta anos autores como Harber & Sutton, McGowan , Shyiu , Hoffmann e Heitkamp muito contribuíram para o que hoje se conhece sobre endorfina.
Estudos recentes apontam que a endorfina pode ter tanto um efeito sobre áreas cerebrais responsáveis pela modulação da dor, do humor, depressão, ansiedade como pela inibição do sistema nervoso simpático (responsável pela modulação de diversos órgãos como coração, intestino etc…). Elas podem também regular a liberação de outros hormônios. Provavelmente parte da capacidade da acupuntura em aliviar a dor seja devida ao estímulo da liberação de endorfinas. Uma vez estimulados pelas agulhas nos terminais nervosos (“pontos”) é gerado um impulso para aumentar a liberação de neurotransmissores no complexo supressor de dor, ou seja, é produzido o efeito analgésico na região cerebral.
O consumo de chocolate e pimenta também estimula a produção de endorfina. A endorfina também é liberada após aproximadamente 30 minutos de exercícios físicos aeróbicos, como uma leve corrida.

cê já ouviu falar que exercício vicia? Algumas pessoas realmente são viciadas em atividade física. Esta dependência causada pelo exercício é atribuída às concentrações elevadas de endorfina produzidas por determinados exercícios.

Muitas pessoas se sentem irritadas, ansiosas, depressivas e com péssimo humor quando deixam de fazer exercícios físicos.

ENDORFINA é uma substância natural produzida pelo cérebro durante e depois de uma atividade física que regula a emoção e a percepção da dor, ajudando a relaxar e gerando bem estar e prazer. A endorfina é considerada um analgésico natural, reduzindo o estresse e a ansiedade, aliviando as tensões e sendo até recomendado no tratamento de depressões leves.

Há pessoas que não gostam tanto do exercício, mas da sensação de bem estar de tê-los feito. Assim sendo, a liberação de endorfina que gera a sensação de bem estar, provoca esse estado de plenitude que experimenta o praticante regular de atividade física.
Mas esta liberação de endorfina depende das características da atividade física que estamos praticando. Entretanto, como se trata de um mecanismo provocado pela adaptação do corpo ao exercício, ela vai sendo liberada gradualmente desde o início da atividade.

Em determinado momento, porém, atinge um limiar de produção que a torna perceptível e surge a sensação de bem-estar que persiste mesmo depois de terminado o exercício.

Algumas pesquisas afirmam que os efeitos da endorfina são sentidos até uma ou duas horas após a sua liberação. Outros estudos observaram aumento das dosagens desse hormônio até 72 horas após o exercício.

A endorfina é produzida na hipófise e liberada para o sangue juntamente com outros hormônios como o GH (hormônio do crescimento) e o ACTH (hormônio adrenocorticotrófico) que estimula a produção de adrenalina e cortisol.

A intensidade e a duração do exercício parecem ser responsáveis pela concentração de endorfina no sangue.

Após exercícios de intensidade leve a moderada (menor que 60% do VO2max) não foi verificado aumento da taxa de endorfina no sangue.

Um estudo comparativo entre um exercício aeróbio (com cargas crescentes de intensidade) e outro anaeróbio (com duração máxima de 1 minuto) encontrou concentrações plasmáticas aumentadas de endorfina de forma muito semelhante.

No exercício aeróbio esse nível alto de endorfina foi encontrado após ter sido alcançado o limiar anaeróbio (cerca de 75% do VO2 máx). Observou-se também relação direta entre as concentrações

de endorfina e outros hormônios relacionados à atividade física como o ACTH e adrenalina.

Não existe um tempo de exercício pré-determinado a partir do qual a endorfina começa a ser liberada mais intensamente. Estudos, já citados acima, demonstraram que tanto exercícios aeróbios quanto anaeróbios podem provocar um aumento de sua concentração.

Desta forma, se torna importante fazer uma avaliação física antes de iniciar os exercícios, para que você conheça o seu nível de condicionamento físico bem como limiares aeróbio e anaeróbio, e possa trabalhar de forma correta e segura.

Insista nos exercícios aeróbios de 5x a 6x por semana, na musculação de 3x a 5x por semana e nos alongamentos. Sinta este bem estar!

Por:
Valéria Alvin Igayara de Souza
CREF 7075/ GSP – Especialista em treinamento.

A importância da água na nossa saúde

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Saúde

Saúde é o que interessa o resto a vida leva!

Água com estômago vazio! Leiam, super interessante

Quanto mais se sabe, maior chance de sobrevivência…
Um cardiologista diz que se todos que receberem esta mensagem, a enviarem a pelo menos uma das pessoas que conhecem, pode ter a certeza de que, pelo menos, poderá salvar uma vida.
Beba água com estômago vazio.
Hoje é muito popular, no Japão, beber água imediatamente ao acordar. Além disso, a evidência científica tem demonstrado estes valores.
Abaixo divulgamos uma descrição da utilização da água para os nossos leitores.
Para doenças antigas e modernas, este tratamento com água tem sido muito bem sucedido….
Para a sociedade médica japonesa, uma cura de até 100% para as seguintes doenças:
Dores de cabeça, dores no corpo, problemas cardíacos, artrite, taquicardia, epilepsia, excesso de gordura, bronquite, asma, tuberculose, meningite, problemas do aparelho urinário e doenças renais, vômitos, gastrite, diarréia, diabetes, hemorróidas, todas as doenças oculares, obstipação, útero, câncer e distúrbios menstruais, doenças de ouvido, nariz e garganta.
Método de tratamento:
1. De manhã e antes de escovar os dentes, beber 2 copos de água.
2. Escovar os dentes, mas não comer ou beber nada durante 15 minutos.
3. Após 15 minutos, você pode comer e beber normalmente.
4. Depois do lanche, almoço e jantar não se deve beber nada durante 2 horas.
5. Pessoas idosas ou doentes que não podem beber 2 copos de água, no início pode m começar por tomar um copo de água e aumentar gradualmente..
6. O método de tratamento cura os doentes e permite aos outros desfrutar de uma vida mais saudável
A lista que se segue apresenta o número de dias de tratamento que requer a cura das principais doenças:
1. Pressão Alta – 30 dias
2. Gastrite – 10 dias
3. Diabetes – 30 dias
4. Obstipação – 10 dias
5. Câncer – 180 dias
6. Tuberculose – 90 dias
7. Os doentes com artrite devem continuar o tratamento por apenas 3 dias na primeira semana e, desde a segunda semana, d iariamente.
Este método de tratamento não tem efeitos secundários.
No entanto no início do tratamento terá de urinar freqüentemente.
É melhor continuarmos o tratamento mesmo depois da cura, porque este procedimento funciona como uma rotina nas nossas vidas.
Beber água é saudável e dá energia.
Isto faz sentido: o chinês e o japonês bebem líquido quente com as refeições, e não água fria.
Talvez tenha chegado o momento de mudar seus hábitos de água fria para água quente, enquanto se come Nada a perder, tudo a ganhar!
Para quem gosta de beber água fria.
Beber um copo de água fria ou uma bebida fria após a refeição solidifica o alimento gorduroso que você acabou de comer.
Isso retarda a digestão.
Uma vez que essa ‘mistura’ reage com o ácido digestivo, ela reparte-se e é absorvida mais rapidamente do que o alimento sólido para o trato gastrointestinal. Isto retarda a digestão, fazendo acumular gordura em nosso organismo e danifica o intestino.
É melhor tomar água morna, ou se tiver dificuldade, pelo menos água natural.
NOTA MUITO GRAVE – PERIGOSO PARA O CORAÇÃO:
As mulheres devem saber que nem todos os sintomas de ataques cardíacos vão ser uma dor no braço esquerdo.
Esteja atento para uma intensa dor na linha da mandíbula.
Você pode nunca ter primeiro uma dor no peito durante um ataque cardíaco.
Náuseas e suores intensos são sintomas muito comuns.
60% das pessoas têm ataques cardíacos enquanto dormem e não conseguem despertar.
Uma dor no maxilar pode despertar de um sono profundo.
Sejamos cuidadosos e vigilantes
Quanto mais se sabe, maior chance de sobrevivência.
Um cardiologista diz que se todos que receberem esta mensagem, a enviarem a pelo menos uma das pessoas que conhecem, pode ter a certeza de que, pelo menos, poderá salvar uma vida
Ser um verdadeiro amigo é enviar este artigo para todos os seus amigos e conhecidos.

Exercícios de Pilates e a performance de ciclistas

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Saúde

Exercícios de pilates e a performance de ciclistas
Categoria: Márcio May.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

São muito comuns em ciclistas os relatos de desconfortos como lombalgias e dores nos joelhos (disfunções fêmuro-patelares), ou reclamações de cansaço excessivo nos braços ou mesmo dormência nas mãos após treinos mais longos ou com longas subidas.
Isso pode parecer estranho, pois estamos acostumados a imaginar o ciclista pedalando, e como as pernas é que fazem o movimento de impulsionar os pedais, acabamos negligenciando o restante do corpo, que tem sim uma função muito importante no ciclismo.
Nos últimos tempos, tornou-se comum ouvirmos falar em CORE, músculos do CORE ou mesmo estabilização do CORE.
Mas o que é o CORE e o que isso tem a ver com o ciclista, tanto de competição como o de fim de semana?
O sistema de estabilização central, ou CORE ESTABILIZATION, é constituído por vários tipos de tecidos, entre os quais podemos citar: os ossos e ligamentos, os músculos e tendões e o sistema nervoso. Ele funciona como se fosse um cilindro, envolvendo os músculos abdominais, os paravertebrais e os músculos da região glútea e assoalho pélvico e ainda o diafragma, formando o que Joseph Pilates chamou de Power House, ou casa de força. Estes sistemas todos trabalham em conjunto e, através de sensores nervosos, o corpo sente como está a estabilidade e o equilíbrio de forças nos diversos tecidos e comanda o trabalho de cada grupo muscular.
Desta forma, quando um ciclista pedala num esforço acima de sua capacidade e coloca em risco os tecidos pela falta de estabilidade, estes sensores detectam o problema e analisam a possível ocorrência de lesão, agindo no sentido de diminuir automaticamente a potência muscular evitando lesões nos tecidos moles, como por exemplo, as cartilagens e tendões.
Assim, o ciclista perde potência quando a musculatura não consegue sustentar o controle do CORE, diminuindo sua performance.
O ciclismo por ser um exercício repetitivo, onde o atleta executa o movimento dos pedais tendo os pés e a pelve fixa exige uma coordenação motora e uma execução de movimento muito precisas, pois diversas pesquisas mostram que a falta de estabilidade coloca a coluna lombar e os membros inferiores, principalmente a região dos joelhos, em risco de lesão.
Sendo assim, tanto em questão de manutenção de performance, como para diminuir os riscos de lesões decorrentes do esforço no ciclismo, é imprescindível buscarmos um fortalecimento inteligente e equilibrado de vários músculos, principalmente da região dos membros inferiores, glúteos, assoalho pélvico, abdominais e costais, afim de que o ciclista possa manter o máximo de eficiência nos movimentos, tanto em altas cadências quanto em momentos de muita força.
Quando estamos pedalando, temos o apoio das mãos, dos glúteos e dos pés em contato com a bike. Porém, todos estes pontos são pontos de aplicação de força e estas forças precisam atuar de forma coordenada e sincronizada durante o exercício, onde os músculos de sustentação e os estabilizadores precisam ter força estática e flexibilidade suficiente para desempenharem sua função com eficiência, liberando assim os músculos do movimento do pedal para que cumpram seu papel com o máximo de capacidade.
Neste ponto, os exercícios de Pilates trazem ao ciclista um benefício muito grande, eliminando aquelas terríveis dores lombares após longos treinos ou longas subidas, facilitando a transferência de força dos braços às pernas na hora de uma arrancada e num sprint, melhorando o posicionamento dos joelhos eliminando desta forma uma série e problemas nos mesmos, como dores patelares e tendinites.
Os exercícios de Pilates fortalecem toda a região pélvica, ajudam a acertar o movimento dos joelhos minimizando alguns desvios, estabilizam as cinturas pélvica e escapular, fortalecem a região abdominal, além de dar ao atleta um maior controle corporal, possibilitando uma maior integração entre o sistema muscular e nervoso, refinando o movimento.
Um corpo fortalecido pela prática de Pilates trabalhará como um conjunto perfeito, onde cada músculo efetuará seu trabalho, seja ele de movimento ou sustentação, sem causar desequilíbrios que possam comprometer alguma estrutura corporal, e o mais importante, evitando desperdício de forças, tornando o movimento muito mais eficiente, aumentando a performance dos ciclistas nas corridas e treinos.
Experimente o Pilates duas vezes por semana e permita-se ser surpreendido pelos resultados. Mas lembre-se, procure a orientação de um profissional de educação física e com formação em Pilates, pois este saberá orientar o trabalho para atingir seus objetivos.

Bons treinos, com equilíbrio e força.

Texto publicado na coluna Ciclismo a Fundo da Revista Bike Action, de autoria de

Rogério Muller – CREF 805-G/SC.

Especialista em ciência do condicionamento físico individualizado

Treinador de ciclismo – www.rogeriomuller.com

Ciclistas devem cuidar dos joelhos

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Saúde

O ciclismo exige movimento de rotação rápido, que pode sobrecarregar os joelhos. Durante a atividade ou a cada treino, o ciclista pode perceber uma dor na região lateral do joelho.

O surgimento de dores pode ser pelo aumento bruto da intensidade do treinamento – treinamento sem orientação de um profissional, calçado inadequado para os pés, altura incorreta do selim e até mesmo do posicionamento incorreto dos pés no pedal da Bike.

Adotar uma série de cuidados na hora de ajustar a Bike à condição corporal é importante para não causar problemas. A altura do selim, por exemplo, deve ser regulada para que, quando a perna estiver na posição mais distante, o joelho ainda esteja levemente flexionado, para evitar trabalhar com a perna estendida.

Pedalar de maneira incorreta ou a sobrecarga pode causar tendinite nos joelhos ou problemas nas rótulas. Manter o pedal muito frouxo contribui para esses problemas, além de aumentar as chances de estiramento no tornozelo. No entanto, também é importante não jogar o peso do corpo todo sobre os membros superiores. Outra dica importante é não movimentar o quadril para os lados, para evitar problemas na articulação dos quadris.

A Bike Plus ainda indica aos ciclistas que tenham cuidado na hora da escolha da sapatilha para pedalada. Um material leve e que seja adequado ao tipo de pedal é mais uma forma de garantir a saúde dos seus joelhos.
Artigo publicado no site bike plus

Contatos