• rio-salvador-slider

  • salvador-aracaju-slider

  • costa-do-dende-slider

Autor do Arquivo

Jason Dias Silva

Vegetariano desde dezembro de 1986 e partidário da filosofia de ahimsa, (não violência), com uma trajetória de vida monástica disciplinar durante 12 anos entre os anos de 1988 a 2000.

A hipocresia vai á mesa !

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Vegetarianismo/Veganismo

Há algum tempo, visitei uma minifazenda onde as crianças podiam conhecer galinhas, porcos e vacas. Entusiasmados, os pimpolhos se divertiam vendo os bichos e tentando estabelecer uma relação mental entre os animais e os bifes, pernis e asinhas fritas do cardápio cotidiano. Para elas, era algo tão misterioso como as cartinhas para Papai Noel. Como é que os pintinhos amarelinhos, tão lindos, se transformariam, um dia, em frango à passarinhasofrimento 2?

O mundo em que vivemos é marcado pela hipocrisia. A culinária é uma prova disso. Sou de uma época em que se compravam as galinhas vivas. Eram mortas e depenadas em casa. Tudo bem. Eu mesmo não gostaria de assassinar galinhas como parte do meu cotidiano, em meio a cacarejos assustadores. Mas o frango de supermercado hoje em dia se assemelha a um derivado do petróleo. É um produto criado artificialmente, com uma vaga origem animal. O sabor está mais para plástico. Aquilo realmente teve penas ou é produzido em laboratórios? Pior que ele, só mesmo o peru de Natal, com gosto de coisa nenhuma. Outro dia um amigo recusou-se a comer um frango assado. Simplesmente porque parecia com… um frango!

– Fiquei com dó! – disse para a mãe, surpresa.

>> Mais colunas de Walcyr Carrasco

Seu problema não é o ser, mas o parecer. Observo essa tendência em muita gente que conheço. Querem se esbaldar com o prato, mas sem estabelecer a relação entre o bicho e o banquete. Os vegetarianos, veganos e macrobióticos são mais sinceros. Têm princípios. Recusar a carne e até produtos de origem animal é um deles. Tudo bem, desde tempos imemoriais o ser humano come carne. Mas a civilização, hoje em dia, pode se dar ao luxo de existirem vegetarianos. Do ponto de vista culinário, entretanto, a hipocrisia aumentou de século para século. Na época medieval, os animais eram servidos com aparência mais próxima da que tinham em vida. Os bichos assados eram inseridos em suas peles. As penas de um pavão, graciosamente recolocadas. Para nossos sentidos tão sensíveis, devia ser um horror! Mesmo porque, hoje em dia, quem pensaria em assar um pavão? Rechear um pescoço de avestruz? Certos pratos foram banidos do cardápio, pelo menos regionalmente. Ainda se comem pombos na Itália. Quando comento que já comi tatu e gostei, vejo uma cara de nojo. Há uma diferença essencial entre um tatu e uma galinha? Não me refiro ao problema das espécies ameaçadas. Mas a algo mais intangível, a chama da vida. O mundo não foi criado com uma cadeia alimentar? Para sobreviver, não tenho de devorar um ser que viveu? Radicalizando: alface também não sente? Brócolis choram? Houve algumas experiências com vegetais e música. Constatou-se que são sensíveis à clássica. Muitos seres humanos não são. Um pé de tomate seria mais sensível que um ser humano, pelo parâmetro das sinfonias.

Quando fiz meu curso de sushiman (sim, sou um sushiman diplomado!), espantei-me ao receber um peixe para abrir, limpar, tirar as espinhas e a pele. Atum, salmão, tilápia, linguado. Cada peixe exige uma técnica. Confesso, adorei passar por aquela experiência desconhecida, manual, de cuidar da minha própria comida. Até então, minha relação com a comida japonesa limitava-se a devorar filezinhos de peixe, sem identidade óbvia. Não quero pirar. Mas, à medida que amadurece minha consciência sobre o que vem à mesa, eu me pergunto:

– Este peixe sonhava?
– Esta vaca se apaixonou, alguma vez?

Tenho um amigo tão radical que não come mariscos nas cascas. Por dó. Ou camarões, também por sentir piedade, já que reconhece os bichinhos. Se vierem numa moqueca, ele traça!

Ao que leva toda essa reflexão? Para mim, a mesa tornou-se um exemplo de como nosso mundo refu­gia-se numa hipocrisia tácita. Assim como fingimos não devorar galinhas, também não nos sentimos tocados por uma guerra em algum lugar distante. Ficamos comovidos pelos sem-teto, pelas dificuldades em estudar, pelos desempregados. O Congresso faz alguma bobagem, ficamos furiosos, mas é como se fosse algo distante, não nos pertencesse. Achamos linda a vaquinha no pasto, mas adoramos um churrasco. Não acho que seja um fenômeno localizado, mas algo que corrói a sociedade em todos os campos. É a alienação em relação a quem somos, ao que consumimos e a nossa postura como cidadãos. Talvez, na época em que se matavam as galinhas em casa, as pessoas tivessem mais consciência da realidade. 

BY  Walcyr Carrasco

Algumas dicas Importantes para o devido uso das marchas e evitar desgaste precoce da Relação de engrenagens!

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Ciclismo

Algumas dicas Importantes para o devido uso das marchas e evitar desgaste precoce da Relação de engrenagens!
As correntes tendem a durar cerca de 1.500 á 2.000 km em bicicletas de estrada e de 1.000 á 1.500 km em bicicletas de trilha MTB.
O desagaste do CASSETTE se dá quando ocorre o estiramento da corrente e por isso é tão importante a troca quando a mesma começa a estirar-se.
Talvez alguém se pergunte se não é muito mais conveniente trocar toda á relação já quando a mesma estiver completamente gasta.
Pois bem,tenha em conta um Cassette de 9 vel. que custa em media $230.00 reais e uma corrente de 9 vel. que custa aproximadamente $ 80.00 reais. ao final de 20.000km rodados você terá gasto aproximadamente $800.00 reais e do contrario,tendo em conta que uma relação dura aproximadamente 5.000km e teria gasto $1.240.00 reais e com a grande probabilidade de ter que trocar também o pedivela.

Atualmente tenho um cassette ( SHIMANO-ULTEGRA) com atuais 30.230km rodados e que possivelmente ainda suportará uma novrelacao_das_marcahs_na_bikea corrente.

Como distingiur as cobras venenosas das não venenosas ?

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Curiosidades

Pelo formato da cabeça: a das venenosas é triangular. Isso, pelo menos, é o que se costuma dizer por aí – mas trata-se de uma generalização perigosa. A diferenciação entre elas está longe de ser tão simples assim. Outros detalhes anatômicos – como a cauda, as escamas e a pupila – também ajudam na distinção, mas existem tantas exceções à regra que eles, por si só, são insuficientes. O método mais seguro é observar a presença de um pequeno orifício entre os olhos e as narinas: a chamada fosseta loreal. “Todas as serpentes venenosas, com exceção da cobra coral, são dotadas desse orifício, que não aparece nas não-venenosas”, afirma o biólogo Otávio Marques, do Instituto Butantan, em São Paulo. O tal buraquinho é, na verdade, um órgão termorreceptor – ou seja, um detector de calor – de altíssima sensibilidade, capaz de perceber variações de temperatura da ordem de 0,003 grau centígrado. Além desse traço revelador, há também significativas diferenças de comportamento entre os dois tipos de ofídios.

A principal delas é que os venenosos têm hábitos noturnos – embora também possam ser avistadas de dia. Outra coisa: serpentes inofensivas fogem quando ameaçadas. As peçonhentas não: elas se enrodilham e armam o bote. Mas também há exceções em ambos os casos. Existem cerca de 2 500 espécies de cobras, das quais cerca de 260 são encontradas no Brasil. Dessas, menos de 30% são peçonhentas e as mais perigosas pertencem ao grupo dos crotalíneos, agrupadas em três gêneros: Bothops, também conhecidas como jararacas; Crotalus, popularmente chamadas de cascavéis; e Lachesis, as surucucus. Juntas, respondem por 99% dos ataques a seres humanos.Coral Verdadeira

Cobra Coral (Micrurus Frontalis )

Bothrops  (Jararaca)

 

Cascavel

 

Cobras  

Cobras não Peçonhentas

Não representam Não oferecem risco de morte. Apesar de não terem veneno, acidentes com este tipo de cobra podem causar sintomas incômodos, como dor, dormência, vermelhidão, inchaço, febre, sensação de queimação e até mesmo a transmissão de tttétano, infecções secundárias e outras doenças. É aconselhável procurar atendimento médico. 

Cobras venenosa e não venenosa

Caninana (Spilotes pullatus)

Serpente não-peçonhenta com hábitos semi-arborícolas (muitas vezes pode ser encontrada em árvores). Diurna, habita matas e cerrados. Atinge até 2,5 metros de comprimento. Pode se tornar agressiva. Quando isso acontece, infla a região atrás da cabeça e dá botes para sua defesa. É ovípara e alimenta-se de aves e roedores

Caninana

Cobra cipó (Chironius sp)

Serpente não-peçonhenta de hábitos semi-arborícolas. Seu nome vulgar vem de sua coloração, pois se camufla nas árvores, confundindo-se com o ambiente. Ovípara, habita matas e capoeiras. Alimenta-se preferencialmente de anfíbios, possuindo hábitos diurnos. Pode alcançar pouco mais de um metro de comprimento.

Cobra cipó

Cobra d´água (Liophis miliaris)

Serpente não-peçonhenta de hábitos aquáticos, que habita rios e lagos. Alimenta-se principalmente de peixes e anfíbios. É ovípara e possui hábito tanto diurno quanto noturno. Pequena, normalmente não ultrapassa um metro de comprimento.

 

Cobra dagua

Cobra papagaio (Corallus caninus)

Serpente arborícola não-peçonhenta, habitante da Floresta Amazônica. Assim como a jiboia e sucuri, mata suas presas por constrição. Pode alcançar dois metros de comprimento. Alimenta-se de roedores e morcegos. Possui hábitos noturnos e é vivípara.Cobra papagaio

Falsa coral (Oxyrhopus sp)

Serpente não-peçonhenta, de hábitos noturnos, que imita o colorido das corais verdadeiras. Habita áreas abertas, cerrados e campos. É ovípara e pequena, raramente atinge um metro de comprimento.

Cobra Coral

Jiboia (Boa constrictor)

Serpente não-peçonhenta que mata por constrição, envolvendo o corpo das presas e as esmagando. Pode alcançar até 4 metros de comprimento. Possui hábitos semi-arborícolas (muitas vezes é encontrada em árvores). Alimenta-se de roedores, lagartos e aves. É vivípara e de hábitos noturnos.

Cobra Jiboia

Sucuri (Eunectes murinus)

 

Serpente não-peçonhenta de hábitos semi-aquáticos (muito encontrada em rios e lagos). É a maior serpente brasileira, podendo alcançar até 10 metros. Alimenta-se de mamíferos, aves e jacarés. Possui hábitos diurnos e é vivípara.

Cobra Sucuri

Cobra Verde (Philodryas olfersii)

Serpente que, apesar de pertencer à familia de não-peçonhentas, pode causar acidentes sérios. A Cobra Verde é opistóglifa, ou seja, possui um dente inoculador de veneno situado no fundo da boca, na porção posterior do maxilar superior. Ela possui uma saliva tóxica, por isso deve-se tomar cuidado com possíveis acidentes. É um animal arborícola que se camufla nas copas de árvores, em função de seu colorido esverdeado. Pode alcançar até 1,40m e costuma se alimentar de pequenos mamíferos, aves, lagartos e anfíbios.
cobra_verde
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abelha Uruçú (MELIPONA SCUTELLARIS )

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Curiosidades

A abelha uruçu do litoral baiano e nordestino se destaca de outras abelhas da região pelo seu porte avantajado (é do tamanho de Apis mellifera ou maior), pela grande produção de mel e pela facilidade de manejo, atividade que já era desenvolvida pelos povos nativos antes da chegada dos colonizadores. Baseado nesses conhecimentos, vários pesquisadores e meliponicultores dessa abelha têm se dedicado com êxito, ao trabalho de extensão e manejo, incentivando populações rurais, assentados e curiosos na criação de abelhas nativas com caixas e métodos de divisão simples.

Os méis, que podem ser comercializados em litros, são mais líquidos que os de Apis. São usados como remédio, renda extra ou mesmo um alimento melhor para essas famílias. Nos trabalhos mais criteriosos, os criadores das abelhas são incentivados a retirar o mel com bomba sugadora, o que diminui o manuseio, o desperdício de mel no fundo das caixas e evita a morte de ovos e larvas quando não se inclina a colméia para escorrer o mel.

O mel dessas abelhas, além de muito saboroso, pode ser produzido até 10 litros/ano/colônia em épocas favoráveis, embora a média seja de 2,5-3 litros/ano. É considerado medicinal principalmente pelas populações regionais. Segundo Mariano-Filho (citado por Nogueira Neto 1970) o mel dessa abelha é altamente balsâmico e infinitamente mais rico em princípios aromáticos do que o mel de Apis mellifera). Estudos feitos em laboratório confirmaram os seu poder antibacteriano (Cortopassi-Laurino & Gelli 1991 e Martins et al 1997). Devido ao alto teor de água, eles devem ser armazenados em geladeira ou freezer quando não forem consumidos imediatamente.

A análise da composição de mel de uruçu no município de Pirpirituba (PB) foi realizada coletando o mel com seringas de três potes fechados de dentro dos ninhos instalados em caixas de madeira. Com auxílio de refratômetro, foi analisado o teor de água desses méis. Os méis apresentaram porcentagem de água provavelmente influenciada pelas condições ambientais. Nos meses secos de out/98-jan/99, os méis (número de amostras=20) eram mais líquidos, com teores de água variando de 27-29,7%, sendo que encontramos também potes fechados com 92%, sugerindo que as abelhas armazenam esse líquido. Ao contrário, nos meses mais úmidos, de 2/99-6/99, os méis (número de amostras = 21) continham menores teores de água, variando de 25-26,3% (Cortopassi-Laurino & Aquino 2000).

 

Aspecto geral de uma abelha uruçu. Como ela não ferroa, é possível segura-la com os dedos.

 

Uruçu é uma palavra que vem do tupi “eiru’su”, que nessa língua indígena significa “abelha grande”.

O nome “uruçu” está relacionado com diversas abelhas do mesmo gênero, encontradas não só no Nordeste, mas também na região amazônica. A tendência, porém, é a de reservar o termo “uruçu” para a abelha da zona da mata do litoral baiano e nordestino, que se destaca pelo tamanho avantajado (semelhante à Apis), pela produção de mel expressiva entre os meliponíneos e pela facilidade do manejo.

Estudos realizados em Pernambuco (Almeida 1974) mostraram o relacionamento da uruçu com a mata úmida, que apresenta as condições ideais para as abelhas construírem seus ninhOs, além de encontrarem, em árvores de grande porte, espécies com floradas muito abundantes que são seus principais recursos tróficos e locais de nidificação.

Na região de Taquaritinga (PE), no Morro das Vertentes a 1100m de altura as abelhas uruçus são nativas e criadas racionalmente.

O Dr. Paulo Nogueira Neto (1970) comenta: “Há referências (Moure & Kerr 1950) de ocorrência da uruçu em localidades bem no interior da Bahia e Pernambuco. Lamartine (1962) fez um estudo sobre a distribição dessa espécie, mostrando que ela habita a região úmida do Nordeste. O Dr. Antonio Franco Filho, de Sergipe (inf. pessoal) afirmou que essa abelha não vive na caatinga. Ao que sei, na Natureza, a referida espécie reside somente em ocos de árvores.”

 

A atividade externa da abelha Uruçu 
(Melipona scutellaris, Latreille 1811) 
(Apidae, Meliponinae)

 Abelha Uruçú Abelha Uruçú Ninho Abelha Uruçú Ninho Rainha

O movimento externo de uma colônia de uruçu instalada em São Simão-SP, e algumas coletas do néctar regurgitado das abelhas que retornavam do campo para a colméia foram observados.

As observações sobre o movimento externo começaram com os primeiros raios de luz, quando já havia intensa coleta de pólen (19,8ºC, 91%, 6:07h). Após as 11:25h (26ºC e 70%) essa atividade específica cessou totalmente, mas as atividades de vôo prolongaram-se até 18:15h (24,5ºC e 75%), ainda com alguma penumbra.

As atividades externas dessa mesma espécie de abelha, no mês de outubro/93 pesquisadas por Barros (1994), ocorreram desde as 5:00h da manhã em Jaboticabal-SP e também indicaram pico de atividade polínica, entre 19-21ºC e entre 59-61% de umidade às 7:00h. Os dados de temperatura coincidem com os nossos resultados enquanto que os de umidade estão muito aquém dos obtidos nas nossas observações.

Roubik & Buchmann (1984) verificaram que quatro espécies de Melipona da floresta tropical do Panamá também têm pico de coleta de pólen no início da manhã, ou seja, entre 6-9 horas.

Fonte :http://criacaodeanimais.blogspot.com.br/2008/11/abelha-uruu.html

Por que o mel é o único alimento que nāo estraga?

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Curiosidades

Por que o mel é o único alimento que nāo estraga?

 

O mel é mágico. Além de seu sabor delicioso, é praticamente o único alimento que não estraga enquanto está em um estado comestível. Mas por que isso acontece?

Mel

O mel tem uma porção de propriedades incríveis. Suas propriedades medicinais tem sido estudadas ao longo tempo, especialmente como um tratamento para feridas abertas. Heródoto, geógrafo e historiador grego, relatou que os babilônios enterravam seus mortos em mel, e Alexandre, o Grande, pode ter sido embalsamado em um caixão cheio de mel.

O mel mais antigo já encontrado foi descoberto na Geórgia, e remonta há mais de 5.000 anos. Então, se você se encontrar um mel com essa idade, você poderia comê-lo? Bem…

Propriedades químicas do mel

O mel é um açúcar. Você pode ter ouvido todos os tipos de coisas sobre os benefícios do mel para a saúde ao substituir o açúcar. Embora o mel não seja o mesmo que o granulado açúcar branco comum, ainda é um açúcar. E açúcares são higroscópicos – que não contêm muita água em seu estado natural. E muito poucas bactérias e microorganismos podem viver em um ambiente de baixa umidade. O fato de que os organismos não podem sobreviver por muito tempo no mel significa que eles não têm a chance de estragá-lo.

Outra coisa que define o mel além de outros açúcares é a sua acidez. O pH do mel é entre 3 e 4.5 (ou, mais precisamente, 3,26-4,48), o que também mata qualquer coisa tentando fazer uma casa nele.

E existem alguns fatores por trás do baixo teor de umidade do mel, incluindo:

Abelhas

Abelha

Primeiro, as abelhas contribuem para o baixo teor de água no mel por bater as asas para secar o néctar. Em segundo lugar, a maneira como as abelhas produzem o néctar em favos de mel é vomitando lá. Isso parece nojento, mas a composição química do estômago das abelhas também contribui para a longevidade do mel. O estômago das abelhas têm a enzima glicose oxidase, que é adicionado ao mel, quando o néctar é regurgitado. A enzima e o néctar se misturam para criar o ácido glucónico e o peróxido de hidrogênio. O peróxido de hidrogênio também é uma força hostil para qualquer coisa que tanta crescer no mel.

 

Armazenamento

Isto é importante. O fato de que o mel tem pouca água em seu estado natural nāo impede que ele facilmente sugue água, se for exposta à ela. Portanto, a chave final para a longa vida do mel  é ter certeza que ele está bem vedado e armazenado em local seco.

Texto por

Lucas Rabello

 
 
 

 

 

Contatos