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Autor do Arquivo

Jason Dias Silva

Vegetariano desde dezembro de 1986 e partidário da filosofia de ahimsa, (não violência), com uma trajetória de vida monástica disciplinar durante 12 anos entre os anos de 1988 a 2000.

Mortandade massiva de abelhas !

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Curiosidades


Como já é sabido, a misteriosa mortandade de abelhas que polinizam US $ 30 bilhões em cultura só nos EUA dizimou a população de Apis mellifera na América do Norte, e apenas um inverno ruim poderá deixar os campos improdutíveis. Agora, um novo estudo identificou algumas das prováveis causas ​​da morte das abelhas, e os resultados bastante assustadores mostram que evitar o Armagedom das abelhas será muito mais difícil do que se pensava anteriormente.

10 milhões de colmeias, no valor de US $ 2 bilhões, morreram nos últimos seis anos nos EUA
As vendas de fungicidas cresceram mais de 30% e as vendas de inseticidas também cresceram significativamente no Brasil durante o primeiro trimestre de 2013. Divulgou a suíça Syngenta, uma das maiores empresas de agroquímicos e sementes do mundo. Crédito: Ben Margot/AP

 

Os cientistas tinham dificuldade em encontrar o gatilho para a chamada Colony Collapse Disorder (CCD), (Desordem do Colapso das Colônias, em inglês), que dizimou cerca de 10 milhões de colmeias, no valor de US $ 2 bilhões, nos últimos seis anos. Os suspeitos incluem agrotóxicos, parasitas transmissores de doenças e má nutrição. Mas, em um estudo inédito publicado este mês na revista PLoS ONE, os cientistas da Universidade de Maryland e do Departamento de Agricultura dos EUA identificaram um caldeirão de pesticidas e fungicidas contaminando o pólen recolhido pelas abelhas para alimentarem suas colmeias. Os resultados abrem novos caminhos para sabermos porque um grande número de abelhas está morrendo e a causa específica da DCC, que mata a colmeia inteira simultaneamente.

 

Quando os pesquisadores coletaram pólen de colmeias que fazem a polinização de cranberry, melancia e outras culturas, e alimentaram abelhas saudáveis, essas abelhas mostraram um declínio significativo na capacidade de resistir à infecção por um parasita chamado Nosema ceranae. O parasita tem sido relacionado a Desordem do Colapso das Colônias (DCC), embora os cientistas sejam cautelosos ao salientar que as conclusões não vinculam diretamente os pesticidas a DCC. O pólen foi contaminado, em média, por nove pesticidas e fungicidas diferentes, contudo os cientistas já descobriram 21 agrotóxicos em uma única amostra. Sendo oito deles associados ao maior risco de infecção pelo parasita.

 

O mais preocupante, as abelhas que comem pólen contaminado com fungicidas tiveram três vezes mais chances de serem infectadas pelo parasita. Amplamente utilizados, pensávamos que os fungicidas fossem inofensivos para as abelhas, já que são concebidos para matar fungos, não insetos, em culturas como a de maçã.
 
“Há evidências crescentes de que os fungicidas podem estar afetando as abelhas diretamente e eu acho que fica evidente a necessidade de reavaliarmos a forma como rotulamos esses produtos químicos agrícolas”, disse Dennis vanEngelsdorp, autor principal do estudo.
 
Os rótulos dos agrotóxicos alertam os agricultores para não pulverizarem quando existem abelhas polinizadoras na vizinhança, mas essas precauções não são aplicadas aos fungicidas.
 
As populações de abelhas estão tão baixas que os EUA agora tem 60% das colônias sobreviventes do país apenas para polinizar uma cultura de amêndoas na Califórnia. E isso não é um problema apenas da costa oeste americana – a Califórnia fornece 80% das amêndoas do mundo, um mercado de US $ 4 bilhões.
 
Nos últimos anos, uma classe de substâncias químicas chamadas neonicotinóides tem sido associada à morte de abelhas e em abril os órgãos reguladores proibiram o uso do inseticida por dois anos na Europa, onde as populações de abelhas também despencaram. Mas Dennis vanEngelsdorp, um cientista assistente de pesquisa na Universidade de Maryland, diz que o novo estudo mostra que a interação de vários agrotóxicos está afetando a saúde das abelhas.
 
“A questão dos agrotóxicos em si é muito mais complexa do acreditávamos ser”, diz ele. “É muito mais complicado do que apenas um produto, significando naturalmente que a solução não está em apenas proibir uma classe de produtos.”
 
O estudo descobriu outra complicação nos esforços para salvar as abelhas: as abelhas norte-americanas, que são descendentes de abelhas europeias, não trazem para casa o pólen das culturas nativas norte-americanas, mas coletam de ervas daninhas e flores silvestres próximas. O pólen dessas plantas, no entanto, também estava contaminado com pesticidas, mesmo não sendo alvo de pulverização.
 
“Não está claro se os pesticidas estão se dispersando sobre essas plantas, mas precisamos ter um novo olhar sobre as práticas de pulverização agrícola”, diz vanEngelsdorp.

 
Como já é sabido, a misteriosa mortandade de abelhas que polinizam US $ 30 bilhões em cultura só nos EUA dizimou a população de Apis mellifera na América do Norte, e apenas um inverno ruim poderá deixar os campos improdutíveis. Agora, um novo estudo identificou algumas das prováveis causas ​​da morte das abelhas, e os resultados bastante assustadores mostram que evitar o Armagedom das abelhas será muito mais difícil do que se pensava anteriormente.

10 milhões de colmeias, no valor de US $ 2 bilhões, morreram nos últimos seis anos nos EUA
As vendas de fungicidas cresceram mais de 30% e as vendas de inseticidas também cresceram significativamente no Brasil durante o primeiro trimestre de 2013. Divulgou a suíça Syngenta, uma das maiores empresas de agroquímicos e sementes do mundo. Crédito: Ben Margot/AP

 

Os cientistas tinham dificuldade em encontrar o gatilho para a chamada Colony Collapse Disorder (CCD), (Desordem do Colapso das Colônias, em inglês), que dizimou cerca de 10 milhões de colmeias, no valor de US $ 2 bilhões, nos últimos seis anos. Os suspeitos incluem agrotóxicos, parasitas transmissores de doenças e má nutrição. Mas, em um estudo inédito publicado este mês na revista PLoS ONE, os cientistas da Universidade de Maryland e do Departamento de Agricultura dos EUA identificaram um caldeirão de pesticidas e fungicidas contaminando o pólen recolhido pelas abelhas para alimentarem suas colmeias. Os resultados abrem novos caminhos para sabermos porque um grande número de abelhas está morrendo e a causa específica da DCC, que mata a colmeia inteira simultaneamente.

 

Quando os pesquisadores coletaram pólen de colmeias que fazem a polinização de cranberry, melancia e outras culturas, e alimentaram abelhas saudáveis, essas abelhas mostraram um declínio significativo na capacidade de resistir à infecção por um parasita chamado Nosema ceranae. O parasita tem sido relacionado a Desordem do Colapso das Colônias (DCC), embora os cientistas sejam cautelosos ao salientar que as conclusões não vinculam diretamente os pesticidas a DCC. O pólen foi contaminado, em média, por nove pesticidas e fungicidas diferentes, contudo os cientistas já descobriram 21 agrotóxicos em uma única amostra. Sendo oito deles associados ao maior risco de infecção pelo parasita.

 

O mais preocupante, as abelhas que comem pólen contaminado com fungicidas tiveram três vezes mais chances de serem infectadas pelo parasita. Amplamente utilizados, pensávamos que os fungicidas fossem inofensivos para as abelhas, já que são concebidos para matar fungos, não insetos, em culturas como a de maçã.
 
“Há evidências crescentes de que os fungicidas podem estar afetando as abelhas diretamente e eu acho que fica evidente a necessidade de reavaliarmos a forma como rotulamos esses produtos químicos agrícolas”, disse Dennis vanEngelsdorp, autor principal do estudo.
 
Os rótulos dos agrotóxicos alertam os agricultores para não pulverizarem quando existem abelhas polinizadoras na vizinhança, mas essas precauções não são aplicadas aos fungicidas.
 
As populações de abelhas estão tão baixas que os EUA agora tem 60% das colônias sobreviventes do país apenas para polinizar uma cultura de amêndoas na Califórnia. E isso não é um problema apenas da costa oeste americana – a Califórnia fornece 80% das amêndoas do mundo, um mercado de US $ 4 bilhões.
 
Nos últimos anos, uma classe de substâncias químicas chamadas neonicotinóides tem sido associada à morte de abelhas e em abril os órgãos reguladores proibiram o uso do inseticida por dois anos na Europa, onde as populações de abelhas também despencaram. Mas Dennis vanEngelsdorp, um cientista assistente de pesquisa na Universidade de Maryland, diz que o novo estudo mostra que a interação de vários agrotóxicos está afetando a saúde das abelhas.
 
“A questão dos agrotóxicos em si é muito mais complexa do acreditávamos ser”, diz ele. “É muito mais complicado do que apenas um produto, significando naturalmente que a solução não está em apenas proibir uma classe de produtos.”
 
O estudo descobriu outra complicação nos esforços para salvar as abelhas: as abelhas norte-americanas, que são descendentes de abelhas europeias, não trazem para casa o pólen das culturas nativas norte-americanas, mas coletam de ervas daninhas e flores silvestres próximas. O pólen dessas plantas, no entanto, também estava contaminado com pesticidas, mesmo não sendo alvo de pulverização.
 
“Não está claro se os pesticidas estão se dispersando sobre essas plantas, mas precisamos ter um novo olhar sobre as práticas de pulverização agrícola”,                                                                        diz vanEngelsdorp.

 

Desafio ciclistico Salvador/Aracajú Julho 2013

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Saúde

desafio ciclistico Salvador Aracajú desafio ciclistico Salvador Aracajú.1 desafio ciclistico Salvador Aracajú.2 desafio ciclistico Salvador Aracajú.3 desafio ciclistico Salvador Aracajú.4 desafio ciclistico Salvador Aracajú.5 desafio ciclistico Salvador Aracajú.6 desafio ciclistico Salvador Aracajú.7 desafio ciclistico Salvador Aracajú.8   Como de costume todos os anos no inverno entre os meses de Junho e Julho,realizo o desafio ciclistico Salvador/Aracajú, são 330km que separam o centro das duas capitais do Nordeste e que se caracteriza por um incessante subir e descer de ladeiras que parecem interminaveis, tendo apenas uma reta de 3km após o Municipio do CONDE exatamente 3km após  o marco do km 165 (Metade do percurso).

Algumas realizo esse desafio sozinho, sempre na casa das 14 á 8 horas de pedal,esse ano tive a agradavel companhia dos amigos Valter Ribeiro (59) ,Walber Stepple (33)Rodrigo Maciel (30) e eu Jason Dias Silva(45).

Esse ano viajei com uma lesão no ombro o que me incomodou bastante, mas pude fazer o melhor tempo desde que comecei esse desafio em 2007. 

Veganismo

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Saúde

Veganismo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 
 
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Veganismo é uma filosofia de vida motivada por convicções éticas com base nos direitos animais, que procura evitar exploração ou abuso dos mesmos, através do boicote a atividades e produtos considerados especistas.

O número de veganos está crescendo[carece de fontes]. Em 1997, três porcento nos Estados Unidos anunciaram não ter usado nenhum produto de origem animal nos últimos dois anos. Em 2007, dois porcento do Reino Unido se declararam como veganos. 1 O número de restaurantes veganos está crescendo, de acordo com o Oxford Companion to American Food and Drink (2007).2 Tem sido mostrado que pessoas em dietas que incluem comidas de origem animal tem mais probabilidades de terem Doenças degenerativas, incluindo doenças do coração.3 A Associação Dietética Americana (The American Dietetic Association) e os Nutricionistas do Canadá (Dietitians of Canada) consideram a dieta vegetariana como apropriada para todos os estágios do ciclo de vida, embora eles ainda alertam que uma dieta vegana mal planejada pode ser deficiente em vitamina B12ferrovitamina Dcálcioiodo, e ácidos graxos ômega 3.4

Índice

  

Etimologia

O termo inglês vegan (pronuncia-se vígan) foi criado em 1944, numa reunião organizada por Donald Watson (1910 - 2005) envolvendo 6 pessoas (após desfiliarem-se da The Vegetarian Society por diferenças ideológicas), onde ficou decidido criar uma nova sociedade (The Vegan Society) e adotar um novo termo para definir a si próprios.5

Trata-se de uma corruptela da palavra “vegetarian“, em que se consideram as 3 primeiras letras e as 2 últimas para formar a palavravegan.5

Em português se consideram as três primeiras e as três últimas letras (vegetariano), na formação do termo vegano (s.m. adepto do veganismo – fem. vegana).

Ideologia

Veganismo significa os princípios pelos quais o Ser Humano viva sem explorar os animais. É a prática e busca ao fim do uso de animais pelo homem para alimentação, apropriação, trabalho, caçavivissecçãoconfinamento e todos os outros usos que envolvam exploração da vida animal pelo homem. O vegano procura abolir qualquer prática que explore animais, zelando pela preservação da liberdade e integridade animal, no exercício da não-violência, a busca por alternativas aos mais diversos produtos, o não consumismo, entre outras práticas. Veganos boicotam qualquer produto de origem animal (alimentar ou não), além de produtos que tenham sidotestados em animais ou que incluam qualquer forma possível de exploração animal nos seus ingredientes ou processos demanufactura. Ou seja, não utilizam produtos de beleza, de higiene pessoal, de limpeza, remédios, entre outros.

Preferem usar os termos “animais não-humanos” ou “seres sencientes“, em vez de “irracionais”.

É muito importante diferenciar a ideologia vegana da dieta vegetariana. Veganismo não é dieta. É um conjunto de práticas focadas nos Direitos Animais que, por consequência, adota uma alimentação estritamente vegetariana. Entende-se que os animais têm o direito de não serem usados como propriedade, e que o veganismo é a base ética para levar a sério esse direito, pelo mínimo de respeito a eles.

Vestuário, adornos, etc

Artigos em pelescourosedacamurça ou outros materiais de origem animal (como adornos de pérolasplumaspenasossos,pêlosmarfim, etc) são preteridos, pois implicam a morte e/ou exploração dos animais que lhes deram origem. Sendo assim, um vegano se veste de tecidos de origem vegetal (algodãolinho, etc) ou sintéticos (poliéster, etc), mantendo o cuidado de não exagerar com consumismos que também, mesmo que indiretamente, geram degradação/negação aos animais.

Alimentação

Veganos excluem da sua dieta carnes e embutidosbanhavíscerasmúsculosgelatina, peles, cartilagens, lacticíniosovos e ovas,insetosmel e derivados, frutos do mar 6 7 8 e quaisquer alimentos de origem animal. Consomem basicamente cereaisfrutas,legumesvegetaishortaliçasalgascogumelos e qualquer produto, industrializado ou não, desde que não contenha nenhum ingrediente de origem animal.

  • As críticas aos atuais padrões de produção dos alimentos vegetais são inexoráveis, haja vista que monoculturastransgênicos e muitos processos industriais degradam faunas inteiras. Por isso, é cada vez mais necessário que práticas de permacultura eagrofloresta estejam agregadas ao veganismo. Há também um vasto trabalho de base a ser feito na produção de vegetais orgânicos, para que não se explore animais no processo produtivo.

 

Argumentos de Saúde

Pessoas em dietas que incluem comidas de origem animal tem mostrado ter maior probabilidades de ter doenças degenerativas, incluindo doenças do coração.3 De acordo com o Guia de Nutrição para Americanos de 2010, um relatório emitido pelo Departamento de Agricultura Americano e o Departamento de Saúde e Serviços Humanos Americano, uma dieta vegetariana é associada com baixos níveis de obesidade e risco reduzido de doenças cardiovasculares.9 De acordo com um estudo da EPIC-Oxford, uma dieta vegetariana fornece grandes quantidades de cereais, grãos, nozes, frutos e vegetais, e assim sendo uma dieta rica em carboidratosomega-6,Fibra dietéticacarotenoidesácido fólicovitamina Cvitamina E, e magnésio. A dieta vegana é mais restrita, e as recomendações são diferentes. Dietas veganas mal planejadas podem ter baixa quantidade de vitamina B12, cálcio, ácidos graxos omega-3, vitamina D, ferro, zinco, riboflavina (vitamina B2) e iodo. 4 A Associação Dietética Americana (The American Dietetic Association) e os Nutricionistas do Canadá (Dietitians of Canada) disseram em 2003 que uma dieta vegana planejada apropriadamente é nutricionalmente adequada para todos os estágios de vida, incluindo gravidez e amamentação, e provê benefícios de saúde no tratamento e prevenção de certas doenças.10 A Comissão Federal de Nutrição Suíça (Swiss Federal Nutrition Commission) e a Sociedade Alemã de Nutrição (German Society for Nutrition) não recomendam uma dieta vegana, e alerta para cuidado para crianças, grávidas e idosos.11

photograph

Dean Ornish é um dos médicos que recomenda uma dieta vegana de pouca gorduras para prevenir e reverter certas doenças degenerativas.12

Médicos John A. McDougallCaldwell EsselstynNeal D. BarnardDean OrnishMichael Greger e o bioquímico nutricional T. Colin Campbell argumentam que altas gorduras animais e dietas de proteínas, como a dieta padrão americana, é prejudicial para a saúde, e que uma dieta vegana de baixa gordura pode prevenir e reverter doenças degenerativas como a doença arterial coronariana e a diabetes.12 Uma pesquisa de 2006 da Barnard descobriu que em pessoas com diabetes tipo 2, uma dieta vegana de baixas gorduras reduziu o peso, o colesterol total e o colesterol LDL, e foi muito melhor do que a dieta prescrita pela Associação Americana de Diabetes (American Diabetes Association).13

O estudo vegetariano de 12 anos da Oxford com 11,000 pessoas recrutados entre 1980 e 1984 indicaram que veganos tinham baixas concentrações de colesterol total e LDL do que carnívoros. Índices de morte eram menores do que em pessoas não comiam carne do que os que comiam carne; a mortalidade por doenças isquêmicas do coração era positivamente associada com o consumo de gorduras animais e com o nível de colesterol na dieta. O estudo também sugeriu que os veganos no Reino Unido podem estar com risco de deficiência de iodo por causa de deficiências no solo.14

diagram

Versão vegana da pirâmide alimentar (clique para aumentar).

De acordo com o Associação Dietética Americana (The American Dietetic Association) e os Nutricionistas do Canadá (Dietitians of Canada), dietas que evitam carne tendem a ter níveis baixos de gorduras saturadas, colesterol e proteína animal, e tendem a ter níveis maiores de carboidratos, fibras, magnésio, potássio, ácido fólico e antioxidantes como as vitaminas C e E e fitoquímicos. Pessoas que evitam carne tem reportado terem baixoíndice de massa corporal do que pessoas numa dieta americana ou canadense. E pessoas que evitam carne tem baixos índices de morte por doenças isquêmicas do coração, baixo nível de colesterol no sangue, baixa pressão sanguínea, e baixos índices de hipertensão, diabetes tipo 2 e câncer de próstata e colo de útero.4

Uma meta-analise de 1999 de cinco estudos comparando os índices de mortalidade de vegetarianos e não-vegetarianos em países do leste descobriu que a mortalidade por doenças isquêmicas do coração era 26% menor entre veganos comparado com a maioria dos carnívoros, mas 34% menor entre lacto-ovo vegetarianos (vegetarianos que comem laticínios e ovos) e pescetarianos (aqueles que comem peixes, mas nenhuma outra carne). Se acredita que o baixo índice de proteção para veganos comparado com pescetarianos ou lacto-ovo vegetarianos está lingado com os autos níveis de homocisteína, que é causado por insuficiência da vitamina B12, e acreditam que veganos que consomem níveis suficientes de vitamina B12 devem mostrar níveis de risco de doenças isquêmicas do coração menores ainda do que lacto-ovo vegetarianos. Nenhuma diferença significativa de mortalidade por outras causas foi encontrado.15

Uma grande pesquisa de 15 anos que investigou no Reino Unido a associação da dieta e o risco de catarata relacionada com a idade descobriu uma diminuição progressiva no risco de catarata dos altos consumidores de carne para baixos consumidores de carne, vegetarianos, e veganos. Descobriu-se que veganos tinham 40% menor risco de ter catarata comparado com os altos consumidores de carne.16

Medicamentos, cosméticos, higiene e limpeza

Evitam o uso de medicamentos, cosméticos e produtos de higiene e limpeza que tenham sido testados em animais. Não tomamvacinas ou soros, mas podem violar os princípios veganos quando alternativas não estiverem disponíveis, ou em caso de emergência ou urgência. Alguns optam pela fitoterapiahomeopatia ou qualquer tratamento alternativo.

O vegano defende o surgimento de alternativas para experiências laboratoriais, como testes in vitrocultura de tecidos e modelos computacionais.

São divulgadas entre a comunidade vegana extensas listas de marcas e empresas de cosméticos e produtos de limpeza e higiene pessoal não testados em animais.

Entretenimento

Circos com animais, rodeiosvaquejadastouradas e jardins zoológicos, também são boicotados pois implicam escravidão, posse, deslocamento do animal de seu habitat natural, privação de seus costumes e comunidades, adestramento forçoso e sofrimento.

Não caçam, não promovem nenhum tipo de pesca, e boicotam qualquer “desporto” que envolva animais não-humanos. Muitos seguem o princípio político da não-violência.

Dia Mundial Vegano

O dia 1 de Novembro é marcado pelo Dia Mundial Vegano (“World Vegan Day”, em inglês), que é comemorado desde 1994, quando a Vegan Society da Inglaterra comemorou 50 anos de criação.

Em 2004 o evento marcou o 60º aniversário da sociedade, e o 10º aniversário do feriado.

Documentários

O número de adeptos tem crescido de forma gradual, com o auxílio de documentários que denunciam o especismo e ensinam direitos animais.

Documentários como Meet your Meat (“Conheça sua Carne“), Earthlings (“Terráqueos“), Chew on This (“Pense Nisso“) e o pioneiro brasileiro A Carne é Fraca, seguido de Não Matarás, têm causado polêmica e, de uma forma geral, ganhado adeptos em todo o mundo.

Referências

  1.  Duda, M.D. and Young, K.C. “Americans’ attitudes toward animal rights, animal welfare, and the use of animals,” Responsible Management, 1997, cited in McDonald, Barbara. “Once You Know Something, You Can’t Not Know It: An Empirical Look at Becoming Vegan”Animals and Society, 8:1, 2000, p. 3.
  2.  Berry, Rynn. “Veganism,” The Oxford Companion to American Food and Drink. Oxford University Press, 2007, pp. 604–605.
    • For the Vegan Society extending its definition in 1951, see Cross, Leslie. “Veganism Defined”The Vegetarian World Forum, volume 5, issue 1, Spring 1951.
  3. ↑ a b Freston, Kathy. Veganist: Lose Weight, Get Healthy, Change the World. Weinstein Publishing, 2011. Ornish conta sobre perca de peso, veja p. 21ff; for Campbell on cancer, heart disease and diabetes, see p. 41ff; for Esselstyn on heart disease, see p. 57ff; for Barnard on diabetes, see p. 73ff; for Greger on factory farming and superbugs, see p. 109ff.
  4. ↑ a b c Para um resumo, veja “Position of the American Dietetic Association and Dietitians of Canada: vegetarian diets”Canadian Journal of Dietetic Practice and Research. Verão de 2003, 64(2):62-81; também disponível em [1], Página visitada em 31 de Janeiro de 2011.
    • Para vitamina B12, Norris, Jack. “Vitamin B12: Are you getting it?”, Vegan Outreach, July 26, 2006, Página visitada em 4 de Fevereiro de 2011: “B12 é geralmente encontrado em todos alimentos de origem animal (exceto mel). Contrario dos rumores, não existe nenhuma fonte vegetal não-fortificada confiável de vitamina B12, incluindo tempeh, algas, e produtos orgânicos. O consenso alto nas redes principais de comunidades de nutrição, assim como entre profissionais da saúde vegana, é que comidas de origem vegetal não fornecem vitamina B12, e alimentos fortificados ou suplementos são necessários para uma saúde ideal dos veganos, e até vegetarianos em alguns casos. Felizmente, a vitamina B12 é feita pela fermentação bacterial de um jeito que não é necessário ser obtida de produtos de origem animal.”
    • Inglês: ”B12 is generally found in all animal foods (except honey). Contrary to rumors, there are no reliable, unfortified plant sources of vitamin B12, including tempeh, seaweeds, and organic produce. The overwhelming consensus in the mainstream nutrition community, as well as among vegan health professionals, is that plant foods do not provide vitamin B12, and fortified foods or supplements are necessary for the optimal health of vegans, and even vegetarians in many cases. Luckily, vitamin B12 is made by bacterial fermentation such that it does not need to be obtained from animal products.”
    • Para Ferro, “Iron deficiency—adults”, Better Health Channel, Government of Victoria, Australia, Página visitada em 4 de Fevereiro de 2011: “Grupos de altos riscos como vegetarianos, meninas adolescentes e mulheres atletas precisam comer comidas ricas em ferro todos os dias (combinadas com comidas ricas em vitamina C). … Vegetarianos que excluem todos os produtos de origem animal de sua dieta podem precisar de quase duas vezes mais ferro todos os dias do que não-vegetarianos. Fontes incluem vegetais de folhas verdes escuras—como espinafre— e passas, nozes, sementes, feijões, ervilhas, cereais fortificado com ferro, pães e massas”
    • Inglês: ”High-risk groups such as vegetarians, adolescent girls and women athletes need to eat iron-rich foods each day (combined with foods that are high in vitamin C). … Vegetarians who exclude all animal products from their diet may need almost twice as much dietary iron each day as non-vegetarians. Sources include dark green leafy vegetables—such as spinach—and raisins, nuts, seeds, beans, peas, and iron-fortified cereals, breads and pastas.”
    • Para vitamina D, veja “Bones, Vitamin D, and Calcium”, Vegan Outreach, 9 de Janeiro de 2007, Página visitada em 4 de Fevereiro de 2011: “Se você se expõe para as seguintes quantidades de sol a pino (10:00 `as 14:00), sem protetor solar, em um dia que queimadura solar é possível (ex. não no inverno ou dia nublado), então você não precisa de nenhum suplemento de vitamina D naquele dia” Em outros dias, tome um suplemento, veja a página para recomendações.
    • Inglês: ”If you get exposed to the following amounts of midday sun (10 am to 2 pm), without sunscreen, on a day when sunburn is possible (i.e., not winter or cloudy), then you do not need any dietary vitamin D that day.”
    • Para cálcio, veja “Bones, Vitamin D, and Calcium”, Vegan Outreach, 9 de Janeiro de 2007, Página visitada em 4 de Fevereiro de 2011: “Baseado em pesquisas mostrando que veganos que consumiram menos que 525 mg por dia de cálcio tinham maior índice de fratura de ossos do que pessoas que consumiram mais do que 525 mg por dia (14), veganos devem ter fazer o possível para consumirem um mínimo de 525 mg de cálcio por dia. O melhor seria consumir 700 mg por dia para um adulto, e pelo menos 1.000 mg para pessoas de 13 a 18 anos quando os ossos estão em desenvolvimento. Essa quantidade pode ser facilmente alcançada para a maioria dos veganos consumindo vegetais com altas quantidades de cálcio diariamente e bebendo um leito não-lacticínio que é fortificado com cálcio.”
    • Inglês: ”Based on research showing that vegans who consumed less than 525 mg per day of calcium had higher bone fracture rates than people who consumed more than 525 mg per day (14), vegans should make sure they get a minimum of 525 mg of calcium per day. It would be best to get 700 mg per day for adults, and at least 1,000 mg for people age 13 to 18 when bones are developing. This can most easily be satisfied for most vegans by eating high-calcium greens on a daily basis and drinking a nondairy milk that is fortified with calcium.”
    • Para vitamina D e cálcio, veja também Appleby, P. et al. “Comparative fracture risk in vegetarians and nonvegetarians in EPIC-Oxford”European Journal of Clinical Nutrition, volume 61, issue 12, Fevereiro de 2007. doi:10.1038/sj.ejcn.1602659
    • Para iodo, veja “Iodine”, Vegan Outreach, December 26, 2006, Página visitada em 4 de Fevereiro de 2011: “Iodo é necessário para o funcionamento saudável da tiroide que regula o metabolismo. Tanto demais e muito pouco iodo podem causar um metabolismo anormal da tiroide. … Estudos tem mostrado que veganos na Europa (onde o sal não é iodado ou não iodado em níveis altos o suficientes) que não suplementam (e também aqueles que super-suplementam) tem indicações de funções anormais da tiroide.”
    • Inglês: ”Iodine is needed for healthy thyroid function which regulates metabolism. Both too much and too little iodine can result in abnormal thyroid metabolism. … Studies have shown that vegans in Europe (where salt is either not iodized or not iodized at high enough levels) who do not supplement (as well as those who oversupplement) have indications of abnormal thyroid function.”
    • Para ácidos graxos ômega 3, veja “Omega-3 Fatty Acid Recommendations for Vegetarians”, Vegan Outreach, Página visitada em 4 de Fevereiro de 2011: “Sem uma dieta planejada, veganos e vegetarianos tem baixo consumo e níveis sanguíneos de omega-3; e, em alguns casos, veganos idosos tem quantidades próximas à zero” Por isso veganos devem tomar suplementos, use óleos com baixo omega-6 como os de olive, abacate, amendoim, ou canola; e consuma 0.5 g de Ácido alfa-linolênico (ALA) diariamente (e.g., 1/4 de colher de chá de óleo de linhaça). Veja a página para mais detalhes.
    • Inglês: ”Without diet planning, vegans and vegetarians have low omega-3 intakes and blood levels; and, in some cases, elderly vegans have close to none.”
  5. ↑ a b The Vegan Society. History of the Society (em inglês). Página visitada em 6 de Março de 2009.
  6.  Noah Lewis. Why Honey is Not Vegan? (em inglês). Página visitada em 25 de julho de 2008.
  7.  Vegan Action. FAQ: Is Honey Vegan? (em inglês). Página visitada em 25 de julho de 2008.
  8.  AmericanVegan.org. What is Vegan? (em inglês). Página visitada em 25 de julho de 2008.
  9.  “Building healthy eating patterns”, Dietary Guidelines for Americans, United States Department of Agriculture, 2010, p. 45.
    • O relatório diz: “Em estudos prospectivos de adultos, comparado com modos de comer não-vegetarianos, os modos vegetarianos de comer tem se associado com uma melhora na saúde—baixos níveis de obesidade, um risco reduzido de doenças cardiovasculares, e baixa mortalidade total. Muitos testes clínicos tem documentado que os modos de comer vegetarianos diminuem a pressão sanguínea.

      Em média, vegetarianos consomem baixa proporção de calorias de gordura (em particular, ácidos graxos saturados); e um pouco de calorias derivadas de outras coisas, e mais fibra, potássio, e vitamina C do que não-vegetarianos. Em geral, vegetarianos tem um baixo índice de massa corporal. Essas características e outros fatores do tipo de vida associados com uma dieta vegetariana pode contribuir para resultados positivos na saúde que tem sido identificado entre os vegetarianos.”

    • Inglês: ”In prospective studies of adults, compared to non-vegetarian eating patterns, vegetarian-style eating patterns have been associated with improved health outcomes—lower levels of obesity, a reduced risk of cardiovascular disease, and lower total mortality. Several clinical trials have documented that vegetarian eating patterns lower blood pressure.

      On average, vegetarians consume a lower proportion of calories from fat (in particular, saturated fatty acids); fewer overall calories; and more fiber, potassium, and vitamin C than do non-vegetarians. In general, vegetarians have a lower body mass index. These characteristics and other lifestyle factors associated with a vegetarian diet may contribute to the positive health outcomes that have been identified among vegetarians.”

  10.  “Position of the American Dietetic Association and Dietitians of Canada: vegetarian diets”Canadian Journal of Dietetic Practice and Research. Summer 2003, 64(2):62-81; Também disponível em: [2], Página visitada em 31 de Janeiro de 2011.
    • Para uma cartilha do Instituto Diético e Nutricao Irlandesa (Irish Nutrition and Dietetic Institute), veja “A guide to vegetarian eating”, Irish Nutrition and Dietetic Institute, Página visitada em 30 de Setembro de 2009.
  11.  Para Suíça, veja Walter, Paul et al. “Gesundheitliche Vor- und Nachteile einer vegetarischen Ernährung”, Bundesamt für Gesundheit, Página visitada em 1 de Fevereiro de 2011:
    • “Portanto, uma dieta vegana não é recomendada para a população em geral, e particularmente não para crianças e outros grupos vulneráveis como mulheres grávidas e idoso.”
    • Alemão: ”Deshalb ist die veganische Ernährungsweise generell für breitere Bevölkerungskreise insbesondere für Kinder und andere Risikogruppen wie Schwangere und ältere Leute nicht zu empfehlen.”
    • “A dieta vegetariana / vegana estrita (rigorosa) não é recomendada para nenhum grupo de idade por causa dos riscos. O DGE alerta contra isso principalmente para recém nascidos, crianças e jovens.”
    • Alemão: ”Die streng vegetarische/ vegane Ernährung wird aufgrund ihrer Risiken für keine Altersgruppe empfohlen. Die DGE rät besonders für Säuglinge, Kinder und Jugendliche dringend davon ab.”
  12. ↑ a b Freston, Kathy. Veganist: Lose Weight, Get Healthy, Change the World. Weinstein Publishing, 2011.
  13.  Barnard, Neal D. et al. “A Low-Fat Vegan Diet Improves Glycemic Control and Cardiovascular Risk Factors in a Randomized Clinical Trial in Individuals With Type 2 Diabetes”Diabetes Care, volume 29, issue 8, August 2006. doi:10.2337/dc06-0606 PMID 16873779
  14.  Appleby P.N. et al. “The Oxford Vegetarian Study: an overview”American Journal of Clinical Nutrition, 1999, 70 (suppl):525S–531S.
  15.  Timothy, J; et al.. (September 1, 1999). “Mortality in vegetarians and nonvegetarians: detailed findings from a collaborative analysis of 5 prospective studies“. American Journal of Clinical Nutrition 70 (3): 516S–524S. PMID 10479225.
    • Uma revisão de 2003 de três estudos comparando índices de mortalidade entre vegetarianos e não-vegetarianos britânicos descobriu descobriu uma redução não-significativa na mortalidade por doenças isquêmicas do coração, mas nota-se que as descobertas foram compatíveis com a redução significativa descoberta na revisão de 1999. Veja Key, Timothy J; et al.. (September 1, 2003). “Mortality in British vegetarians: review and preliminary results from EPIC-Oxford“. American Journal of Clinical Nutrition 78(3): 533S–538S. PMID 12936946.
  16.  Appleby P.N. et al.”Diet, vegetarianism, and cataract risk” American Journal of Clinical Nutrition, 2011 93(5):1128-35.

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Origem da bicicleta !

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Curiosidades, Historia

Etimologia

A palavra deriva do latim bi (dois) e do grego kyklos (rodas), sendo um veículo de duas rodas. Do inglês bicycle com o diminutivofrancês bicyclette, foi adaptado do castelhano como bicicleta4 .

História

Os primeiros traços da existência da bicicleta tal como a conhecemos hoje, ocorreram em projetos do renomado inventor italiano,Leonardo da Vinci, por volta de 1490. Na China a invenção da bicicleta é atribuido ao antigo inventor chinês Lu Ban, que nasceu há mais de 2.500 anos atrás.5 Em 1680, Stephan Farffler, um alemão construtor de relógios, projetou e construiu algumas cadeiras de rodas tracionadas por propulsão manual através de manivelas, mas o certo é que o alemão Barão Karl von Drais pode ser considerado o inventor da bicicleta, pois, em 1817 ele implementou um brinquedo que se chamava celerífero, desenvolvido pelo Conde de Sivrac em17806 . O celerífero fôra construído em madeira com duas rodas interligadas por uma viga e um suporte para o apoio das mãos e destinava-se apenas a tração utilizando-se dos pés quando o “velocipedista”6 postava-se na viga de madeira. O Barão Drais instalou em um celerífero um sistema de direção – guidão – que permitia fazer curvas e com isto manter o equilíbrio da bicicleta quando em movimento, além de um rudimentar sistema de frenagem. O sucesso foi tanto que em abril de 1818, o próprio Barão Drais apresenta seu invento no parque de Luxemburgo, em Paris, e meses mais tarde faz o trajeto Beaune - Dijon, na França. Drais patenteou a novidade em 12 de janeiro de 1818 em BadenParis e outras cidades européias. Mesmo sendo um avanço para a época, seu “produto” não tornou-se popular e o Barão foi ridicularizado e seu projeto o tornou um homem falido7 8 .

Em pleno século de revoluções industriais e científicas como foi o século XIX, não demorou muito para a draisiana ser modificada e melhorada. Poucos anos se passaram, após o registro de Drais, e o “veículo” foi apresentado em uma estrutura de ferro e também recebeu uma sela, melhorando em resistência e conforto.

No dia 20 de abril de 1829 aconteceu a primeira competição que se tem conhecimento utilizando-se do veículo de duas rodas da época. Neste dia, competiram 26 draisianas percorrendo 5 quilômetros dentro da cidade de Munique9 .

Em 1839, o escocês Kirkpatrick Macmillan adapta ao eixo traseiro duas bielas ligadas por uma barra de ferro. Isto provocou o avanço da roda traseira, dando-lhe maior estabilidade e possibilidade de manuseio e manejo rápido. Com esse mecanismo a bicicleta ficou mais segura e estável, pois nas curvas evitava o antigo jogo do corpo para o lado oposto ao movimento a fim de manter estável o equilíbrio, já que o equipamento em si era bastante pesado7 .

No ano de 1855 o francês Ernest Michaux inventa o pedal, que foi instalado num veículo de duas rodas traseiras e uma dianteira. Os pedais eram ligados à roda dianteira, e o invento ficou conhecido como velocípede, palavra oriunda do latim velocidade e pé ou velocidade movida a pé. Alguns consideram-no a primeira bicicleta moderna, e na verdade ficou sendo chamado de triciclo posteriormente7 .

A prefeitura de Paris criou, em 1862, caminhos especiais nos parques para os velocípedes para não se misturarem com as charretes e carroças, dando assim origem às primeiras ciclovias, pois era comum alguns acidentes, rotineiramente os animais das charretes e carroças assustavam-se, causando sustos e ferimentos aos condutores. No mesmo ano, Pierre Lallement viu alguém andando com uma draisiana e teve a ideia de construir seu próprio veículo, mas com a adaptação de uma transmissão englobando um mecanismo de pedivela giratório e pedais fixados no cubo da roda dianteira. Ele então acabou criando a primeira bicicleta propriamente dita depois que mudou-se para Paris em 186310 .

  • 1490 (Leonardo da Vinci)

  •  
  • 1817 ( draisiana)

  •  
  • 1820

  •  
  • 1868

Evolução

engrenagem ligada a corrente de tração

Os velocípedes do início da segunda metade do século XIX tinham os pedais fixos ao eixo da roda da frente que era, portanto, simultaneamente motora e diretriz. A velocidade de deslocamento dependia exclusivamente da aceleração rotativa dos pedais e o desejo de obter maior rendimento levou os construtores a procurar um recurso que favorecesse a ação mecânica do velocipedista. A solução mais fácil foi o aumento do diâmetro da roda motora, levando ao aparecimento, em 1874, da “grande bi” ou “biciclo“, com rodas desiguais, ou seja, uma que atingia um diâmetro de um metro e meio e a de trás reduzida ao mínimo necessário para garantir o equilíbrio6 .

A partir da década de 1870, os progressos foram rápidos e consecutivos. Em 1877 os pedais passaram a funcionar na base do quadro, presos a uma engrenagem dentada que uma corrente ligava ao eixo da roda traseira por intermédio de outra engrenagem de menor número de dentes (um sistema on-line de transmissão11 ), assegurando assim, a multiplicação variável conforme as dimensões relativas das duas engrenagens.

Em 1890 aparecia, na Inglaterra, um aparelho chamado “cripto“, cujas principais alterações consistiam na presença de rolamentos sobre esferas nos pedais e na aplicação de câmaras de ar às rodas, pois antes, as rodas dos velocípedes não passavam de aro metálico ou de madeira, recoberto, em sua periferia, de borracha maciça destinada a amortecer os choques e ressaltos nos acidentes do caminho. A roda tubular em borracha com uma “alma” contendo ar comprimido foi uma invenção do veterinário escocês Dunlop6 .

Evolução da bicicleta
 

O início da fabricação em série

Pierre Lallement, um francês fabricante de carrinhos de bebês, entrou com a primeira patente de um modelo de velocípede nosEstados Unidos em 1866, fabricando algumas unidades, porém, sem muito sucesso. Lallement vendeu sua patente e os projetos para os irmãos Oliver que se associaram ao ferreiro Pierre Michaux para fundar, na França, a empresa Michaux and Company, em 1875. Assim nasceu a primeira indústria de bicicletas consolidada pelo mercado consumidor, pois as mesmas tornaram-se uma mania emParis12 13 .

Pneu[editar]

Entre o final da década de 1880 e 1900, o mercado de peças e acessórios em torno da bicicleta cresceu. Um importante passo para a segurança e o conforto dos “bicicletistas”, foi no desenvolvimento e produção do pneu. Em 1888 John Boyd Dunlop patenteou o pneu com câmara de ar e pouco tempo depois, em 1891, Edouard Michelin, Francês, aparece nas competições com seus pneus sem câmara de ar7 .

A bicicleta no Brasil

Clube de ciclistas alemães em Curitiba, em 1895

No final do século XIX, a bicicleta chegou ao Brasil vinda da Europa. Os primeiros relatos de sua existência em território brasileiro são no Paraná, mais precisamente em Curitiba, cidade que recebeu muitos imigrantes europeus desde a segunda metade do século XIX, e em São Paulo.

Em Curitiba, em 1895, já existia um clube de ciclistas organizado por imigrantes da colônia alemã local14 . Em São Paulo, Veridiana da Silva Prado construiu a primeira praça do país contendo um velódromo. Essa praça era dentro de sua chácara, na região da Consolação(atualmente, é a Praça Roosevelt).

Veridiana da Silva Prado, construtora do primeiro velódromo do Brasil

Logo em seguida, foi fundado, na cidade de São Paulo, o Veloce Club Olímpico Paulista. Não podemos afirmar, com certeza, se foi no Sul ou no Sudeste do Brasil a primeira aparição da bicicleta, mas a incidência muito grande de imigrantes europeus no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, principalmente de alemães (que foram os inventores do velocípede), e de famílias abastadas em São Paulo, indicam uma grande probabilidade de ter sido nestas regiões que ocorreram os primeiros passeios de bicicleta em território brasileiro. Isso porque a bicicleta era um produto muito distante para a realidade brasileira entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX: o custo de importação era muito elevado. Além disso, inexistiam fabricantes em território brasileiro15 .

Ciclofaixa na cidade de Curitiba, noParaná

Com os adventos da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e da crise americana de 1929, a indústria ciclística brasileira restringiu-se à fabricação de selim e paralamas. As marcas de bicicletas que dominavam o mercado eram: Bianchi, Lanhagno, Peugeot, Dupkopp, Phillips, Hercule, Raleigh, Prosdócimo, Singer, Caloi e Monark, todas importadas da Europa ou dos Estados Unidos, sendo vendidas em lojas como: Prosdócimo, Casa Luís Caloi, Mappin Stores e Casa Muniz (Prosdócimo, Monark e Caloi, por exemplo, eram bicicletas montadas no Brasil, sendo suas peças importadas dos seus países de origem). A virada desta situação começou em meados da década de 1940, quando houve dificuldades de importação das peças em função da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Empresas como Caloi, Monark e Irca16 17 (Irmão Caloi, uma cisão da família Caloi) passaram a produzir grande parte das peças e, a partir da década de 1950, as bicicletas dessas marcas passaram a ser produzidas integralmente no Brasil, graças ao governo de Getúlio Vargas, que, visando a fortalecer a indústria nacional e à criação de postos de trabalho, aplicou um corte drástico nas quotas de importação dos bens de consumo, atingindo as montadores de bicicletas15 .

Ponto de aluguel de bicicleta emPetrolina, em Pernambuco

Entre a década de 1950 e os anos 1970, o Brasil possuiu trinta fabricantes, que produziam aproximadamente cinquenta marcas/modelos de bicicletas. Mas, a partir da década de 1980, duas fábricas (Caloi e Monark) passaram a dominar 95 por cento do mercado. Mesmo assim, houve um novo impulso na fabricação e vendas neste nicho de mercado, graças ao empenho dos fabricantes em juntar forças entre si ao criarem, em 1976, aAssociação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares15 18 .

A partir dos anos 2000, os governos locais de vários centros urbanos do Brasil, além do governo federal, passam a projetar investimento em ciclovias visando à redução da poluição atmosférica produzida pelos veículos automotores, propiciando, assim, um nova procura pelas bicicletas, seja para lazer, esporte ou para substituir o automóvel no deslocamento residência-trabalho19 20 . O aumento no uso da bicicleta no país, no entanto, gerou também um aumento no número de acidentes de trânsito envolvendo o veículo. Fruto, muitas vezes, de uma desinformação generalizada, tanto de ciclistas quanto de motoristas e pedestres, quanto aos direitos e deveres relativos à condução desse tipo de veículo21 . É dever, por exemplo, do motorista, segundo o Código de Trânsito Brasileiro, respeitar uma distância lateral mínima de 1,5 metros em relação ao ciclista22 . Este, por sua vez, deve circular nas ciclovias ou no lado direito das vias, no mesmo sentido dos veículos, usando equipamentos de segurança (capacete, cotoveleiras, joelheiras, espelhos, retrovisores, campainha e refletores “olhos de gato“), sinalizando suas ações com o braço e respeitando a sinalização dos semáforos, das faixas de pedestre e das placas de trânsito. Deve empurrar a bicicleta quando transitar sobre calçadas, deve manter-se em fila única quando em grupo e deve evitar ruas movimentadas, não podendo pegar carona na traseira de veículos motorizados23 .

A bicicleta no esporte

prova ciclística em Leipzig1960
prova ciclística na Holanda,1938

ciclismo como atividade desportiva teve seus primeiros atos oficiais na Inglaterra com a criação da Bicicle Union (BU) no final do século XIX e alguns anos depois da BU, a itália criou aUnião Velocipédica Italiana. Em 1892 houve a intenção de oficializar competições a nível continental com a criação daInternacional Cyclist Association (ICA), com sede em Londres, agrupando as entidades da Inglaterra, Bélgica, Itália, Holanda, Alemanha e França, mais o Canadá e os Estados Unidos24 .

Com a ICA, o ciclismo tornou-se um esporte popular quando passou a oficializar competições européias que antes eram organizadas por entidades particulares e assim o ciclismo pôde fazer parte da primeira edição dos Jogos Olímpicos da era moderna realizado em Atenas, em 1896. A nível mundial, o ciclismo ganhou força com a criação da União Ciclística Internacional (Union Cycliste Internationale), fundada em 4 de Abril de 1900 na cidade de Paris (atualmente sua sede é em Aigle, na Suíça)25 .

A primeira corrida de ciclismo documentada foi uma corrida de 1.200 metros ocorrida em 31 de Maio de 1868 no Parque de Saint-CloudParis. A corrida foi vencida pelo inglês expatriado Dr. James Moore que correu em uma bicicleta com pneus maciços de borracha.26

A primeira corrida cobrindo a distância entre duas cidades foi Paris-Rouen e também foi vencida por James Moore, que percorreu os 123 quilômetros que separam as cidades em 10 horas e 40 minutos.27

Volta de Portugal é uma das disputas esportivas do ciclismo mais antigas do mundo e é um dos acontecimentos mais populares emPortugal. A primeira edição da “Volta” ocorreu no ano de 1927 e o pódio deste ano foi: António Augusto Carvalho (1° lugar), Nunes de Abreu (2° lugar) e Quirino de Oliveira (3° lugar)28 .

Anatomia da bicicleta

Abaixo as principais peças e sistemasBicicleta de triathlon Bicicleta de down hill Bicicleta de contra relogio Bicicleta de passeio Bicicleta de trilha que constituem a bicicleta ou velocípede. Como existe uma diversificado de expressões locais e regionais, bem como, entre o Brasil e Portugal, alguns itens apresentam estas variações29 1 30 .

  • Quadro (chassi) – Tubos de aço,titanio,aluminio,carbono e ou outros materiais alternativos como madeira e bambú  chamados da “alma” da bicicleta. Destinado a receber a montagem das principais peças do velocípede. A região dianteira do quadro recebe o garfo e a roda dianteira e a extremidade posterior é formado por duplos “braços” de metal para acomodar o rodado traseiro e seus mecanismos. Na região superior é instalado o selim e na inferior esta localizado o movimento central com as pedivelas.
  • Roda - Formada por grandes anéis (aros) metálicos ligados por raios ao cubo com blocante ou porca.
  • Garfo - Peça que aloja a roda dianteira, semelhante a uma forquilha, pois é formada por duas hastes paralelas. Nela se conecta o sistema de direção (guidão e mesa) à roda dianteira, passando pelo quadro da bicicleta.
  • Guidão (Guidom ) – Peça tubular fixado no garfo e destinado a orientar a movimentação da bicicleta.
  • Selim (selabancocoxim) – É o assento para a acomodação do ciclista.
  • Corrente (correia) – Com um conjunto de elos metálicos e flexiveis é formado a corrente da bicicleta (corrente de roletes). A corrente faz a conexão entre a coroa fixada na pedivela e a catraca ou o cassete na roda traseira.
  • Freio (trava ) – Equipamento de segurança da bicicleta. É acionado por cabos de aço através do manete de freio. Quando acionado o manete, sua força/pressão é transmitida através do cabo de aço para acionar as sapatas de freio fixadas próximo ao aro das rodas que executam a frenagem através da fricção de uma borrracha com o aro. Em bicicletas mais antigas, o freio esta presente na pedivela e no mecanismo do movimento central conhecido por freio contra pedal ou torpedo. Freio a disco: peça similar ao freio a disco dos automóveis, com um disco instalado no cubo da roda e outro conjunto preso ao quadro ou ao garfo.
  • Pneu - Peça constituída de protetores de lona e borracha que se encaixa no aro da roda. Recebe uma câmara tubular, também de borracha, que se enche com ar comprimido numa determinada calibragem para que suporte o peso associado da bicicleta e do ciclista juntos. Os pneus servem para amortecer as trepidações devidas às asperezas do chão,os pneus atualmente são comumente usados como (TUBELESS), ou seja pneus sem cãmaras.
  • Passador de marchas (alavanca de câmbiotrocador de marchamanípulo de mudança (em Portugal)) – É o comando do mecanismo de mudança das engrenagens das coroas e do cassete ou da catraca.
  • Câmbio dianteiro - Sistema responsável pelas mudanças de marchas na bicicleta, com a passagem da corrente entre as coroas.
  • Câmbio traseiro - Sistema responsável pelas mudanças de marchas na bicicleta, com a passagem da corrente entre os anéis dentados do cassete ou da catraca.
  • Cassete - Conjunto de anéis dentados, fixados na roda-livre do cubo da roda traseira. Pelo cassete passa a corrente que esta interligada com a coroa (ou coroas) fixadas na pedivela.
  • Roda livre - Peça que faz parte do cubo da roda traseira. Por ela passa a corrente que vem desde a coroa fixada na pedivela.
  • Conduíte flexível o cabo de aço - Tubo destinado ao cabo de aço dos freios e dos câmbios.
  • Manete do freio (maçaneta ) – Alavanca de freio destinado ao acionamento do mesmo.
  • Garfo com amortecedor - Suspensão dianteira.
  • Manopla (punho, (em Portugal), luva) – Peça de borracha colocada nas extremidades do guidão para propiciar um maior conforto ao ciclista.
  • Mesa ( suporte de guidãoavanço ) – Peça que conecta o guidão ao tubo central do garfo.
  • Movimento central - Peça instalada no quadro da bicicleta para a fixação das pedivelas.
  • Pedal - Peça integrante da pedivela destinada a acomodar os pés do ciclista.
  • Pedivela com coroas , ( “Z” Monobloco )- Peça que conecta o pedal ao eixo do movimento central. Coroa são ou anéis dentados fixados na pedivela. As pedivelas estão deslocadas entre si de 180°.
  • Cubo da roda - O cubo é a peça do meio da roda, onde são presos os raios. Consiste num cartucho com rolamentos ou esferas e um eixo passando pelo meio. Este eixo é fixado no garfo e no quadro através de porcas ou blocante.
  • Raio - São tirantes de aço rígido de pequeno diâmetro que terminam, por um lado nos cubos das rodas e por outro lado nos grandes aros (anéis) que acomodam os pneus.
  • Canote de selim (cano de selimespigão de selim ) – Peça que se fixa no selim para o encaixe no quadro da bicicleta e que possibilita a regulagem de altura do selim.
  • Amortecedor - O amortecedor é uma peça constituida de uma mola,elastômero,oléo e também ar comprimido, para absorver os efeitos da rodagem em superfícies irregulares.
  • Para-lama (guarda-lama ) – Acessório que recobre a parte superior da rodas destinado a impedir o lançamento de cascalho ou lama em direção ao ciclista.

Pedais Clip

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Dicas


Os pedais cleats ou pedais de clip surgiram por volta de 1985 através do engenheiro francês Michael Beyl (funcionário da empresa Look na época). O pedal se encaixava em uma plataforma fixada na sola de um sapato especial (sapatilha), permitindo o aumento do rendimento, pois só soltava com o movimento de lateral do tornozelo. Após alguns anos, Beyl aperfeiçoou o invento, de forma a permitir um leve giro dos pés, sem soltá-los dos pedais, comumente chamado de flutuação (variando de 0º-30º), atualmente presente em todos os pedais tendo graus variados de flutuação, pois permite uma melhor adaptação do ciclista durante o ciclo da pedalada.

As sapatilhas apresentam algumas particularidades como uma sola mais rígida, palmilhas específicas para o ciclismo, são ventiladas e sua principal função é permitir o ajuste do taco para poder gerar maior força nos pedais, consequentemente aumentando o rendimento no pedal. Contudo, uma sapatilha e/ou palmilha errada para o seu tipo de pé (plano, normal, cavo) podem levar a um mau alinhamento dos membros inferiores (quadril, joelho, tornozelo, pés), acarretando uma sobrecarga nos tendões, músculos e ligamentos podendo levar a uma lesão.

Por fim, os tacos são fixados na sapatilha e ele que realiza a interface ciclista-pedal, são ajustados sob o 1º metatarso (“bola do pé”), seu posicionamento estando avançado (a frente do 1º metatarso) poderá levar formigamento nos dedos, diminuição da sensibilidade, sensação de queimação, alteração da coloração, entre outros sinais e sintomas. Já quando está recuado ou sob o primeiro metatarso, não terá esse sintoma devido essa região do pé possuir um coxim gorduroso que “amortece” o impacto nos ossos, nervos e ligamentos. Independente da marca ou modelo o importante é um posicionamento correto dos tacos para evitar desconfortos ou possíveis lesões. Grandes mudanças na flutuação do pedal não são indicadas para aqueles que já estão adaptados a uma configuração. Caso for realizar mudanças na sapatilha ou realizar as trocas tacos para o seu pedal consulte um profissional capacitado em orientar e realizar os ajustes corretamente.pedal clip 2pedal clip 1

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