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Como distingiur as cobras venenosas das não venenosas ?

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Curiosidades

Pelo formato da cabeça: a das venenosas é triangular. Isso, pelo menos, é o que se costuma dizer por aí – mas trata-se de uma generalização perigosa. A diferenciação entre elas está longe de ser tão simples assim. Outros detalhes anatômicos – como a cauda, as escamas e a pupila – também ajudam na distinção, mas existem tantas exceções à regra que eles, por si só, são insuficientes. O método mais seguro é observar a presença de um pequeno orifício entre os olhos e as narinas: a chamada fosseta loreal. “Todas as serpentes venenosas, com exceção da cobra coral, são dotadas desse orifício, que não aparece nas não-venenosas”, afirma o biólogo Otávio Marques, do Instituto Butantan, em São Paulo. O tal buraquinho é, na verdade, um órgão termorreceptor – ou seja, um detector de calor – de altíssima sensibilidade, capaz de perceber variações de temperatura da ordem de 0,003 grau centígrado. Além desse traço revelador, há também significativas diferenças de comportamento entre os dois tipos de ofídios.

A principal delas é que os venenosos têm hábitos noturnos – embora também possam ser avistadas de dia. Outra coisa: serpentes inofensivas fogem quando ameaçadas. As peçonhentas não: elas se enrodilham e armam o bote. Mas também há exceções em ambos os casos. Existem cerca de 2 500 espécies de cobras, das quais cerca de 260 são encontradas no Brasil. Dessas, menos de 30% são peçonhentas e as mais perigosas pertencem ao grupo dos crotalíneos, agrupadas em três gêneros: Bothops, também conhecidas como jararacas; Crotalus, popularmente chamadas de cascavéis; e Lachesis, as surucucus. Juntas, respondem por 99% dos ataques a seres humanos.Coral Verdadeira

Cobra Coral (Micrurus Frontalis )

Bothrops  (Jararaca)

 

Cascavel

 

Cobras  

Cobras não Peçonhentas

Não representam Não oferecem risco de morte. Apesar de não terem veneno, acidentes com este tipo de cobra podem causar sintomas incômodos, como dor, dormência, vermelhidão, inchaço, febre, sensação de queimação e até mesmo a transmissão de tttétano, infecções secundárias e outras doenças. É aconselhável procurar atendimento médico. 

Cobras venenosa e não venenosa

Caninana (Spilotes pullatus)

Serpente não-peçonhenta com hábitos semi-arborícolas (muitas vezes pode ser encontrada em árvores). Diurna, habita matas e cerrados. Atinge até 2,5 metros de comprimento. Pode se tornar agressiva. Quando isso acontece, infla a região atrás da cabeça e dá botes para sua defesa. É ovípara e alimenta-se de aves e roedores

Caninana

Cobra cipó (Chironius sp)

Serpente não-peçonhenta de hábitos semi-arborícolas. Seu nome vulgar vem de sua coloração, pois se camufla nas árvores, confundindo-se com o ambiente. Ovípara, habita matas e capoeiras. Alimenta-se preferencialmente de anfíbios, possuindo hábitos diurnos. Pode alcançar pouco mais de um metro de comprimento.

Cobra cipó

Cobra d´água (Liophis miliaris)

Serpente não-peçonhenta de hábitos aquáticos, que habita rios e lagos. Alimenta-se principalmente de peixes e anfíbios. É ovípara e possui hábito tanto diurno quanto noturno. Pequena, normalmente não ultrapassa um metro de comprimento.

 

Cobra dagua

Cobra papagaio (Corallus caninus)

Serpente arborícola não-peçonhenta, habitante da Floresta Amazônica. Assim como a jiboia e sucuri, mata suas presas por constrição. Pode alcançar dois metros de comprimento. Alimenta-se de roedores e morcegos. Possui hábitos noturnos e é vivípara.Cobra papagaio

Falsa coral (Oxyrhopus sp)

Serpente não-peçonhenta, de hábitos noturnos, que imita o colorido das corais verdadeiras. Habita áreas abertas, cerrados e campos. É ovípara e pequena, raramente atinge um metro de comprimento.

Cobra Coral

Jiboia (Boa constrictor)

Serpente não-peçonhenta que mata por constrição, envolvendo o corpo das presas e as esmagando. Pode alcançar até 4 metros de comprimento. Possui hábitos semi-arborícolas (muitas vezes é encontrada em árvores). Alimenta-se de roedores, lagartos e aves. É vivípara e de hábitos noturnos.

Cobra Jiboia

Sucuri (Eunectes murinus)

 

Serpente não-peçonhenta de hábitos semi-aquáticos (muito encontrada em rios e lagos). É a maior serpente brasileira, podendo alcançar até 10 metros. Alimenta-se de mamíferos, aves e jacarés. Possui hábitos diurnos e é vivípara.

Cobra Sucuri

Cobra Verde (Philodryas olfersii)

Serpente que, apesar de pertencer à familia de não-peçonhentas, pode causar acidentes sérios. A Cobra Verde é opistóglifa, ou seja, possui um dente inoculador de veneno situado no fundo da boca, na porção posterior do maxilar superior. Ela possui uma saliva tóxica, por isso deve-se tomar cuidado com possíveis acidentes. É um animal arborícola que se camufla nas copas de árvores, em função de seu colorido esverdeado. Pode alcançar até 1,40m e costuma se alimentar de pequenos mamíferos, aves, lagartos e anfíbios.
cobra_verde
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abelha Uruçú (MELIPONA SCUTELLARIS )

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Curiosidades

A abelha uruçu do litoral baiano e nordestino se destaca de outras abelhas da região pelo seu porte avantajado (é do tamanho de Apis mellifera ou maior), pela grande produção de mel e pela facilidade de manejo, atividade que já era desenvolvida pelos povos nativos antes da chegada dos colonizadores. Baseado nesses conhecimentos, vários pesquisadores e meliponicultores dessa abelha têm se dedicado com êxito, ao trabalho de extensão e manejo, incentivando populações rurais, assentados e curiosos na criação de abelhas nativas com caixas e métodos de divisão simples.

Os méis, que podem ser comercializados em litros, são mais líquidos que os de Apis. São usados como remédio, renda extra ou mesmo um alimento melhor para essas famílias. Nos trabalhos mais criteriosos, os criadores das abelhas são incentivados a retirar o mel com bomba sugadora, o que diminui o manuseio, o desperdício de mel no fundo das caixas e evita a morte de ovos e larvas quando não se inclina a colméia para escorrer o mel.

O mel dessas abelhas, além de muito saboroso, pode ser produzido até 10 litros/ano/colônia em épocas favoráveis, embora a média seja de 2,5-3 litros/ano. É considerado medicinal principalmente pelas populações regionais. Segundo Mariano-Filho (citado por Nogueira Neto 1970) o mel dessa abelha é altamente balsâmico e infinitamente mais rico em princípios aromáticos do que o mel de Apis mellifera). Estudos feitos em laboratório confirmaram os seu poder antibacteriano (Cortopassi-Laurino & Gelli 1991 e Martins et al 1997). Devido ao alto teor de água, eles devem ser armazenados em geladeira ou freezer quando não forem consumidos imediatamente.

A análise da composição de mel de uruçu no município de Pirpirituba (PB) foi realizada coletando o mel com seringas de três potes fechados de dentro dos ninhos instalados em caixas de madeira. Com auxílio de refratômetro, foi analisado o teor de água desses méis. Os méis apresentaram porcentagem de água provavelmente influenciada pelas condições ambientais. Nos meses secos de out/98-jan/99, os méis (número de amostras=20) eram mais líquidos, com teores de água variando de 27-29,7%, sendo que encontramos também potes fechados com 92%, sugerindo que as abelhas armazenam esse líquido. Ao contrário, nos meses mais úmidos, de 2/99-6/99, os méis (número de amostras = 21) continham menores teores de água, variando de 25-26,3% (Cortopassi-Laurino & Aquino 2000).

 

Aspecto geral de uma abelha uruçu. Como ela não ferroa, é possível segura-la com os dedos.

 

Uruçu é uma palavra que vem do tupi “eiru’su”, que nessa língua indígena significa “abelha grande”.

O nome “uruçu” está relacionado com diversas abelhas do mesmo gênero, encontradas não só no Nordeste, mas também na região amazônica. A tendência, porém, é a de reservar o termo “uruçu” para a abelha da zona da mata do litoral baiano e nordestino, que se destaca pelo tamanho avantajado (semelhante à Apis), pela produção de mel expressiva entre os meliponíneos e pela facilidade do manejo.

Estudos realizados em Pernambuco (Almeida 1974) mostraram o relacionamento da uruçu com a mata úmida, que apresenta as condições ideais para as abelhas construírem seus ninhOs, além de encontrarem, em árvores de grande porte, espécies com floradas muito abundantes que são seus principais recursos tróficos e locais de nidificação.

Na região de Taquaritinga (PE), no Morro das Vertentes a 1100m de altura as abelhas uruçus são nativas e criadas racionalmente.

O Dr. Paulo Nogueira Neto (1970) comenta: “Há referências (Moure & Kerr 1950) de ocorrência da uruçu em localidades bem no interior da Bahia e Pernambuco. Lamartine (1962) fez um estudo sobre a distribição dessa espécie, mostrando que ela habita a região úmida do Nordeste. O Dr. Antonio Franco Filho, de Sergipe (inf. pessoal) afirmou que essa abelha não vive na caatinga. Ao que sei, na Natureza, a referida espécie reside somente em ocos de árvores.”

 

A atividade externa da abelha Uruçu 
(Melipona scutellaris, Latreille 1811) 
(Apidae, Meliponinae)

 Abelha Uruçú Abelha Uruçú Ninho Abelha Uruçú Ninho Rainha

O movimento externo de uma colônia de uruçu instalada em São Simão-SP, e algumas coletas do néctar regurgitado das abelhas que retornavam do campo para a colméia foram observados.

As observações sobre o movimento externo começaram com os primeiros raios de luz, quando já havia intensa coleta de pólen (19,8ºC, 91%, 6:07h). Após as 11:25h (26ºC e 70%) essa atividade específica cessou totalmente, mas as atividades de vôo prolongaram-se até 18:15h (24,5ºC e 75%), ainda com alguma penumbra.

As atividades externas dessa mesma espécie de abelha, no mês de outubro/93 pesquisadas por Barros (1994), ocorreram desde as 5:00h da manhã em Jaboticabal-SP e também indicaram pico de atividade polínica, entre 19-21ºC e entre 59-61% de umidade às 7:00h. Os dados de temperatura coincidem com os nossos resultados enquanto que os de umidade estão muito aquém dos obtidos nas nossas observações.

Roubik & Buchmann (1984) verificaram que quatro espécies de Melipona da floresta tropical do Panamá também têm pico de coleta de pólen no início da manhã, ou seja, entre 6-9 horas.

Fonte :http://criacaodeanimais.blogspot.com.br/2008/11/abelha-uruu.html

Por que o mel é o único alimento que nāo estraga?

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Curiosidades

Por que o mel é o único alimento que nāo estraga?

 

O mel é mágico. Além de seu sabor delicioso, é praticamente o único alimento que não estraga enquanto está em um estado comestível. Mas por que isso acontece?

Mel

O mel tem uma porção de propriedades incríveis. Suas propriedades medicinais tem sido estudadas ao longo tempo, especialmente como um tratamento para feridas abertas. Heródoto, geógrafo e historiador grego, relatou que os babilônios enterravam seus mortos em mel, e Alexandre, o Grande, pode ter sido embalsamado em um caixão cheio de mel.

O mel mais antigo já encontrado foi descoberto na Geórgia, e remonta há mais de 5.000 anos. Então, se você se encontrar um mel com essa idade, você poderia comê-lo? Bem…

Propriedades químicas do mel

O mel é um açúcar. Você pode ter ouvido todos os tipos de coisas sobre os benefícios do mel para a saúde ao substituir o açúcar. Embora o mel não seja o mesmo que o granulado açúcar branco comum, ainda é um açúcar. E açúcares são higroscópicos – que não contêm muita água em seu estado natural. E muito poucas bactérias e microorganismos podem viver em um ambiente de baixa umidade. O fato de que os organismos não podem sobreviver por muito tempo no mel significa que eles não têm a chance de estragá-lo.

Outra coisa que define o mel além de outros açúcares é a sua acidez. O pH do mel é entre 3 e 4.5 (ou, mais precisamente, 3,26-4,48), o que também mata qualquer coisa tentando fazer uma casa nele.

E existem alguns fatores por trás do baixo teor de umidade do mel, incluindo:

Abelhas

Abelha

Primeiro, as abelhas contribuem para o baixo teor de água no mel por bater as asas para secar o néctar. Em segundo lugar, a maneira como as abelhas produzem o néctar em favos de mel é vomitando lá. Isso parece nojento, mas a composição química do estômago das abelhas também contribui para a longevidade do mel. O estômago das abelhas têm a enzima glicose oxidase, que é adicionado ao mel, quando o néctar é regurgitado. A enzima e o néctar se misturam para criar o ácido glucónico e o peróxido de hidrogênio. O peróxido de hidrogênio também é uma força hostil para qualquer coisa que tanta crescer no mel.

 

Armazenamento

Isto é importante. O fato de que o mel tem pouca água em seu estado natural nāo impede que ele facilmente sugue água, se for exposta à ela. Portanto, a chave final para a longa vida do mel  é ter certeza que ele está bem vedado e armazenado em local seco.

Texto por

Lucas Rabello

 
 
 

 

 

Mortandade massiva de abelhas !

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Curiosidades


Como já é sabido, a misteriosa mortandade de abelhas que polinizam US $ 30 bilhões em cultura só nos EUA dizimou a população de Apis mellifera na América do Norte, e apenas um inverno ruim poderá deixar os campos improdutíveis. Agora, um novo estudo identificou algumas das prováveis causas ​​da morte das abelhas, e os resultados bastante assustadores mostram que evitar o Armagedom das abelhas será muito mais difícil do que se pensava anteriormente.

10 milhões de colmeias, no valor de US $ 2 bilhões, morreram nos últimos seis anos nos EUA
As vendas de fungicidas cresceram mais de 30% e as vendas de inseticidas também cresceram significativamente no Brasil durante o primeiro trimestre de 2013. Divulgou a suíça Syngenta, uma das maiores empresas de agroquímicos e sementes do mundo. Crédito: Ben Margot/AP

 

Os cientistas tinham dificuldade em encontrar o gatilho para a chamada Colony Collapse Disorder (CCD), (Desordem do Colapso das Colônias, em inglês), que dizimou cerca de 10 milhões de colmeias, no valor de US $ 2 bilhões, nos últimos seis anos. Os suspeitos incluem agrotóxicos, parasitas transmissores de doenças e má nutrição. Mas, em um estudo inédito publicado este mês na revista PLoS ONE, os cientistas da Universidade de Maryland e do Departamento de Agricultura dos EUA identificaram um caldeirão de pesticidas e fungicidas contaminando o pólen recolhido pelas abelhas para alimentarem suas colmeias. Os resultados abrem novos caminhos para sabermos porque um grande número de abelhas está morrendo e a causa específica da DCC, que mata a colmeia inteira simultaneamente.

 

Quando os pesquisadores coletaram pólen de colmeias que fazem a polinização de cranberry, melancia e outras culturas, e alimentaram abelhas saudáveis, essas abelhas mostraram um declínio significativo na capacidade de resistir à infecção por um parasita chamado Nosema ceranae. O parasita tem sido relacionado a Desordem do Colapso das Colônias (DCC), embora os cientistas sejam cautelosos ao salientar que as conclusões não vinculam diretamente os pesticidas a DCC. O pólen foi contaminado, em média, por nove pesticidas e fungicidas diferentes, contudo os cientistas já descobriram 21 agrotóxicos em uma única amostra. Sendo oito deles associados ao maior risco de infecção pelo parasita.

 

O mais preocupante, as abelhas que comem pólen contaminado com fungicidas tiveram três vezes mais chances de serem infectadas pelo parasita. Amplamente utilizados, pensávamos que os fungicidas fossem inofensivos para as abelhas, já que são concebidos para matar fungos, não insetos, em culturas como a de maçã.
 
“Há evidências crescentes de que os fungicidas podem estar afetando as abelhas diretamente e eu acho que fica evidente a necessidade de reavaliarmos a forma como rotulamos esses produtos químicos agrícolas”, disse Dennis vanEngelsdorp, autor principal do estudo.
 
Os rótulos dos agrotóxicos alertam os agricultores para não pulverizarem quando existem abelhas polinizadoras na vizinhança, mas essas precauções não são aplicadas aos fungicidas.
 
As populações de abelhas estão tão baixas que os EUA agora tem 60% das colônias sobreviventes do país apenas para polinizar uma cultura de amêndoas na Califórnia. E isso não é um problema apenas da costa oeste americana – a Califórnia fornece 80% das amêndoas do mundo, um mercado de US $ 4 bilhões.
 
Nos últimos anos, uma classe de substâncias químicas chamadas neonicotinóides tem sido associada à morte de abelhas e em abril os órgãos reguladores proibiram o uso do inseticida por dois anos na Europa, onde as populações de abelhas também despencaram. Mas Dennis vanEngelsdorp, um cientista assistente de pesquisa na Universidade de Maryland, diz que o novo estudo mostra que a interação de vários agrotóxicos está afetando a saúde das abelhas.
 
“A questão dos agrotóxicos em si é muito mais complexa do acreditávamos ser”, diz ele. “É muito mais complicado do que apenas um produto, significando naturalmente que a solução não está em apenas proibir uma classe de produtos.”
 
O estudo descobriu outra complicação nos esforços para salvar as abelhas: as abelhas norte-americanas, que são descendentes de abelhas europeias, não trazem para casa o pólen das culturas nativas norte-americanas, mas coletam de ervas daninhas e flores silvestres próximas. O pólen dessas plantas, no entanto, também estava contaminado com pesticidas, mesmo não sendo alvo de pulverização.
 
“Não está claro se os pesticidas estão se dispersando sobre essas plantas, mas precisamos ter um novo olhar sobre as práticas de pulverização agrícola”, diz vanEngelsdorp.

 
Como já é sabido, a misteriosa mortandade de abelhas que polinizam US $ 30 bilhões em cultura só nos EUA dizimou a população de Apis mellifera na América do Norte, e apenas um inverno ruim poderá deixar os campos improdutíveis. Agora, um novo estudo identificou algumas das prováveis causas ​​da morte das abelhas, e os resultados bastante assustadores mostram que evitar o Armagedom das abelhas será muito mais difícil do que se pensava anteriormente.

10 milhões de colmeias, no valor de US $ 2 bilhões, morreram nos últimos seis anos nos EUA
As vendas de fungicidas cresceram mais de 30% e as vendas de inseticidas também cresceram significativamente no Brasil durante o primeiro trimestre de 2013. Divulgou a suíça Syngenta, uma das maiores empresas de agroquímicos e sementes do mundo. Crédito: Ben Margot/AP

 

Os cientistas tinham dificuldade em encontrar o gatilho para a chamada Colony Collapse Disorder (CCD), (Desordem do Colapso das Colônias, em inglês), que dizimou cerca de 10 milhões de colmeias, no valor de US $ 2 bilhões, nos últimos seis anos. Os suspeitos incluem agrotóxicos, parasitas transmissores de doenças e má nutrição. Mas, em um estudo inédito publicado este mês na revista PLoS ONE, os cientistas da Universidade de Maryland e do Departamento de Agricultura dos EUA identificaram um caldeirão de pesticidas e fungicidas contaminando o pólen recolhido pelas abelhas para alimentarem suas colmeias. Os resultados abrem novos caminhos para sabermos porque um grande número de abelhas está morrendo e a causa específica da DCC, que mata a colmeia inteira simultaneamente.

 

Quando os pesquisadores coletaram pólen de colmeias que fazem a polinização de cranberry, melancia e outras culturas, e alimentaram abelhas saudáveis, essas abelhas mostraram um declínio significativo na capacidade de resistir à infecção por um parasita chamado Nosema ceranae. O parasita tem sido relacionado a Desordem do Colapso das Colônias (DCC), embora os cientistas sejam cautelosos ao salientar que as conclusões não vinculam diretamente os pesticidas a DCC. O pólen foi contaminado, em média, por nove pesticidas e fungicidas diferentes, contudo os cientistas já descobriram 21 agrotóxicos em uma única amostra. Sendo oito deles associados ao maior risco de infecção pelo parasita.

 

O mais preocupante, as abelhas que comem pólen contaminado com fungicidas tiveram três vezes mais chances de serem infectadas pelo parasita. Amplamente utilizados, pensávamos que os fungicidas fossem inofensivos para as abelhas, já que são concebidos para matar fungos, não insetos, em culturas como a de maçã.
 
“Há evidências crescentes de que os fungicidas podem estar afetando as abelhas diretamente e eu acho que fica evidente a necessidade de reavaliarmos a forma como rotulamos esses produtos químicos agrícolas”, disse Dennis vanEngelsdorp, autor principal do estudo.
 
Os rótulos dos agrotóxicos alertam os agricultores para não pulverizarem quando existem abelhas polinizadoras na vizinhança, mas essas precauções não são aplicadas aos fungicidas.
 
As populações de abelhas estão tão baixas que os EUA agora tem 60% das colônias sobreviventes do país apenas para polinizar uma cultura de amêndoas na Califórnia. E isso não é um problema apenas da costa oeste americana – a Califórnia fornece 80% das amêndoas do mundo, um mercado de US $ 4 bilhões.
 
Nos últimos anos, uma classe de substâncias químicas chamadas neonicotinóides tem sido associada à morte de abelhas e em abril os órgãos reguladores proibiram o uso do inseticida por dois anos na Europa, onde as populações de abelhas também despencaram. Mas Dennis vanEngelsdorp, um cientista assistente de pesquisa na Universidade de Maryland, diz que o novo estudo mostra que a interação de vários agrotóxicos está afetando a saúde das abelhas.
 
“A questão dos agrotóxicos em si é muito mais complexa do acreditávamos ser”, diz ele. “É muito mais complicado do que apenas um produto, significando naturalmente que a solução não está em apenas proibir uma classe de produtos.”
 
O estudo descobriu outra complicação nos esforços para salvar as abelhas: as abelhas norte-americanas, que são descendentes de abelhas europeias, não trazem para casa o pólen das culturas nativas norte-americanas, mas coletam de ervas daninhas e flores silvestres próximas. O pólen dessas plantas, no entanto, também estava contaminado com pesticidas, mesmo não sendo alvo de pulverização.
 
“Não está claro se os pesticidas estão se dispersando sobre essas plantas, mas precisamos ter um novo olhar sobre as práticas de pulverização agrícola”,                                                                        diz vanEngelsdorp.

 

Origem da bicicleta !

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Curiosidades, Historia

Etimologia

A palavra deriva do latim bi (dois) e do grego kyklos (rodas), sendo um veículo de duas rodas. Do inglês bicycle com o diminutivofrancês bicyclette, foi adaptado do castelhano como bicicleta4 .

História

Os primeiros traços da existência da bicicleta tal como a conhecemos hoje, ocorreram em projetos do renomado inventor italiano,Leonardo da Vinci, por volta de 1490. Na China a invenção da bicicleta é atribuido ao antigo inventor chinês Lu Ban, que nasceu há mais de 2.500 anos atrás.5 Em 1680, Stephan Farffler, um alemão construtor de relógios, projetou e construiu algumas cadeiras de rodas tracionadas por propulsão manual através de manivelas, mas o certo é que o alemão Barão Karl von Drais pode ser considerado o inventor da bicicleta, pois, em 1817 ele implementou um brinquedo que se chamava celerífero, desenvolvido pelo Conde de Sivrac em17806 . O celerífero fôra construído em madeira com duas rodas interligadas por uma viga e um suporte para o apoio das mãos e destinava-se apenas a tração utilizando-se dos pés quando o “velocipedista”6 postava-se na viga de madeira. O Barão Drais instalou em um celerífero um sistema de direção – guidão – que permitia fazer curvas e com isto manter o equilíbrio da bicicleta quando em movimento, além de um rudimentar sistema de frenagem. O sucesso foi tanto que em abril de 1818, o próprio Barão Drais apresenta seu invento no parque de Luxemburgo, em Paris, e meses mais tarde faz o trajeto Beaune - Dijon, na França. Drais patenteou a novidade em 12 de janeiro de 1818 em BadenParis e outras cidades européias. Mesmo sendo um avanço para a época, seu “produto” não tornou-se popular e o Barão foi ridicularizado e seu projeto o tornou um homem falido7 8 .

Em pleno século de revoluções industriais e científicas como foi o século XIX, não demorou muito para a draisiana ser modificada e melhorada. Poucos anos se passaram, após o registro de Drais, e o “veículo” foi apresentado em uma estrutura de ferro e também recebeu uma sela, melhorando em resistência e conforto.

No dia 20 de abril de 1829 aconteceu a primeira competição que se tem conhecimento utilizando-se do veículo de duas rodas da época. Neste dia, competiram 26 draisianas percorrendo 5 quilômetros dentro da cidade de Munique9 .

Em 1839, o escocês Kirkpatrick Macmillan adapta ao eixo traseiro duas bielas ligadas por uma barra de ferro. Isto provocou o avanço da roda traseira, dando-lhe maior estabilidade e possibilidade de manuseio e manejo rápido. Com esse mecanismo a bicicleta ficou mais segura e estável, pois nas curvas evitava o antigo jogo do corpo para o lado oposto ao movimento a fim de manter estável o equilíbrio, já que o equipamento em si era bastante pesado7 .

No ano de 1855 o francês Ernest Michaux inventa o pedal, que foi instalado num veículo de duas rodas traseiras e uma dianteira. Os pedais eram ligados à roda dianteira, e o invento ficou conhecido como velocípede, palavra oriunda do latim velocidade e pé ou velocidade movida a pé. Alguns consideram-no a primeira bicicleta moderna, e na verdade ficou sendo chamado de triciclo posteriormente7 .

A prefeitura de Paris criou, em 1862, caminhos especiais nos parques para os velocípedes para não se misturarem com as charretes e carroças, dando assim origem às primeiras ciclovias, pois era comum alguns acidentes, rotineiramente os animais das charretes e carroças assustavam-se, causando sustos e ferimentos aos condutores. No mesmo ano, Pierre Lallement viu alguém andando com uma draisiana e teve a ideia de construir seu próprio veículo, mas com a adaptação de uma transmissão englobando um mecanismo de pedivela giratório e pedais fixados no cubo da roda dianteira. Ele então acabou criando a primeira bicicleta propriamente dita depois que mudou-se para Paris em 186310 .

  • 1490 (Leonardo da Vinci)

  •  
  • 1817 ( draisiana)

  •  
  • 1820

  •  
  • 1868

Evolução

engrenagem ligada a corrente de tração

Os velocípedes do início da segunda metade do século XIX tinham os pedais fixos ao eixo da roda da frente que era, portanto, simultaneamente motora e diretriz. A velocidade de deslocamento dependia exclusivamente da aceleração rotativa dos pedais e o desejo de obter maior rendimento levou os construtores a procurar um recurso que favorecesse a ação mecânica do velocipedista. A solução mais fácil foi o aumento do diâmetro da roda motora, levando ao aparecimento, em 1874, da “grande bi” ou “biciclo“, com rodas desiguais, ou seja, uma que atingia um diâmetro de um metro e meio e a de trás reduzida ao mínimo necessário para garantir o equilíbrio6 .

A partir da década de 1870, os progressos foram rápidos e consecutivos. Em 1877 os pedais passaram a funcionar na base do quadro, presos a uma engrenagem dentada que uma corrente ligava ao eixo da roda traseira por intermédio de outra engrenagem de menor número de dentes (um sistema on-line de transmissão11 ), assegurando assim, a multiplicação variável conforme as dimensões relativas das duas engrenagens.

Em 1890 aparecia, na Inglaterra, um aparelho chamado “cripto“, cujas principais alterações consistiam na presença de rolamentos sobre esferas nos pedais e na aplicação de câmaras de ar às rodas, pois antes, as rodas dos velocípedes não passavam de aro metálico ou de madeira, recoberto, em sua periferia, de borracha maciça destinada a amortecer os choques e ressaltos nos acidentes do caminho. A roda tubular em borracha com uma “alma” contendo ar comprimido foi uma invenção do veterinário escocês Dunlop6 .

Evolução da bicicleta
 

O início da fabricação em série

Pierre Lallement, um francês fabricante de carrinhos de bebês, entrou com a primeira patente de um modelo de velocípede nosEstados Unidos em 1866, fabricando algumas unidades, porém, sem muito sucesso. Lallement vendeu sua patente e os projetos para os irmãos Oliver que se associaram ao ferreiro Pierre Michaux para fundar, na França, a empresa Michaux and Company, em 1875. Assim nasceu a primeira indústria de bicicletas consolidada pelo mercado consumidor, pois as mesmas tornaram-se uma mania emParis12 13 .

Pneu[editar]

Entre o final da década de 1880 e 1900, o mercado de peças e acessórios em torno da bicicleta cresceu. Um importante passo para a segurança e o conforto dos “bicicletistas”, foi no desenvolvimento e produção do pneu. Em 1888 John Boyd Dunlop patenteou o pneu com câmara de ar e pouco tempo depois, em 1891, Edouard Michelin, Francês, aparece nas competições com seus pneus sem câmara de ar7 .

A bicicleta no Brasil

Clube de ciclistas alemães em Curitiba, em 1895

No final do século XIX, a bicicleta chegou ao Brasil vinda da Europa. Os primeiros relatos de sua existência em território brasileiro são no Paraná, mais precisamente em Curitiba, cidade que recebeu muitos imigrantes europeus desde a segunda metade do século XIX, e em São Paulo.

Em Curitiba, em 1895, já existia um clube de ciclistas organizado por imigrantes da colônia alemã local14 . Em São Paulo, Veridiana da Silva Prado construiu a primeira praça do país contendo um velódromo. Essa praça era dentro de sua chácara, na região da Consolação(atualmente, é a Praça Roosevelt).

Veridiana da Silva Prado, construtora do primeiro velódromo do Brasil

Logo em seguida, foi fundado, na cidade de São Paulo, o Veloce Club Olímpico Paulista. Não podemos afirmar, com certeza, se foi no Sul ou no Sudeste do Brasil a primeira aparição da bicicleta, mas a incidência muito grande de imigrantes europeus no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, principalmente de alemães (que foram os inventores do velocípede), e de famílias abastadas em São Paulo, indicam uma grande probabilidade de ter sido nestas regiões que ocorreram os primeiros passeios de bicicleta em território brasileiro. Isso porque a bicicleta era um produto muito distante para a realidade brasileira entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX: o custo de importação era muito elevado. Além disso, inexistiam fabricantes em território brasileiro15 .

Ciclofaixa na cidade de Curitiba, noParaná

Com os adventos da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e da crise americana de 1929, a indústria ciclística brasileira restringiu-se à fabricação de selim e paralamas. As marcas de bicicletas que dominavam o mercado eram: Bianchi, Lanhagno, Peugeot, Dupkopp, Phillips, Hercule, Raleigh, Prosdócimo, Singer, Caloi e Monark, todas importadas da Europa ou dos Estados Unidos, sendo vendidas em lojas como: Prosdócimo, Casa Luís Caloi, Mappin Stores e Casa Muniz (Prosdócimo, Monark e Caloi, por exemplo, eram bicicletas montadas no Brasil, sendo suas peças importadas dos seus países de origem). A virada desta situação começou em meados da década de 1940, quando houve dificuldades de importação das peças em função da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Empresas como Caloi, Monark e Irca16 17 (Irmão Caloi, uma cisão da família Caloi) passaram a produzir grande parte das peças e, a partir da década de 1950, as bicicletas dessas marcas passaram a ser produzidas integralmente no Brasil, graças ao governo de Getúlio Vargas, que, visando a fortalecer a indústria nacional e à criação de postos de trabalho, aplicou um corte drástico nas quotas de importação dos bens de consumo, atingindo as montadores de bicicletas15 .

Ponto de aluguel de bicicleta emPetrolina, em Pernambuco

Entre a década de 1950 e os anos 1970, o Brasil possuiu trinta fabricantes, que produziam aproximadamente cinquenta marcas/modelos de bicicletas. Mas, a partir da década de 1980, duas fábricas (Caloi e Monark) passaram a dominar 95 por cento do mercado. Mesmo assim, houve um novo impulso na fabricação e vendas neste nicho de mercado, graças ao empenho dos fabricantes em juntar forças entre si ao criarem, em 1976, aAssociação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares15 18 .

A partir dos anos 2000, os governos locais de vários centros urbanos do Brasil, além do governo federal, passam a projetar investimento em ciclovias visando à redução da poluição atmosférica produzida pelos veículos automotores, propiciando, assim, um nova procura pelas bicicletas, seja para lazer, esporte ou para substituir o automóvel no deslocamento residência-trabalho19 20 . O aumento no uso da bicicleta no país, no entanto, gerou também um aumento no número de acidentes de trânsito envolvendo o veículo. Fruto, muitas vezes, de uma desinformação generalizada, tanto de ciclistas quanto de motoristas e pedestres, quanto aos direitos e deveres relativos à condução desse tipo de veículo21 . É dever, por exemplo, do motorista, segundo o Código de Trânsito Brasileiro, respeitar uma distância lateral mínima de 1,5 metros em relação ao ciclista22 . Este, por sua vez, deve circular nas ciclovias ou no lado direito das vias, no mesmo sentido dos veículos, usando equipamentos de segurança (capacete, cotoveleiras, joelheiras, espelhos, retrovisores, campainha e refletores “olhos de gato“), sinalizando suas ações com o braço e respeitando a sinalização dos semáforos, das faixas de pedestre e das placas de trânsito. Deve empurrar a bicicleta quando transitar sobre calçadas, deve manter-se em fila única quando em grupo e deve evitar ruas movimentadas, não podendo pegar carona na traseira de veículos motorizados23 .

A bicicleta no esporte

prova ciclística em Leipzig1960
prova ciclística na Holanda,1938

ciclismo como atividade desportiva teve seus primeiros atos oficiais na Inglaterra com a criação da Bicicle Union (BU) no final do século XIX e alguns anos depois da BU, a itália criou aUnião Velocipédica Italiana. Em 1892 houve a intenção de oficializar competições a nível continental com a criação daInternacional Cyclist Association (ICA), com sede em Londres, agrupando as entidades da Inglaterra, Bélgica, Itália, Holanda, Alemanha e França, mais o Canadá e os Estados Unidos24 .

Com a ICA, o ciclismo tornou-se um esporte popular quando passou a oficializar competições européias que antes eram organizadas por entidades particulares e assim o ciclismo pôde fazer parte da primeira edição dos Jogos Olímpicos da era moderna realizado em Atenas, em 1896. A nível mundial, o ciclismo ganhou força com a criação da União Ciclística Internacional (Union Cycliste Internationale), fundada em 4 de Abril de 1900 na cidade de Paris (atualmente sua sede é em Aigle, na Suíça)25 .

A primeira corrida de ciclismo documentada foi uma corrida de 1.200 metros ocorrida em 31 de Maio de 1868 no Parque de Saint-CloudParis. A corrida foi vencida pelo inglês expatriado Dr. James Moore que correu em uma bicicleta com pneus maciços de borracha.26

A primeira corrida cobrindo a distância entre duas cidades foi Paris-Rouen e também foi vencida por James Moore, que percorreu os 123 quilômetros que separam as cidades em 10 horas e 40 minutos.27

Volta de Portugal é uma das disputas esportivas do ciclismo mais antigas do mundo e é um dos acontecimentos mais populares emPortugal. A primeira edição da “Volta” ocorreu no ano de 1927 e o pódio deste ano foi: António Augusto Carvalho (1° lugar), Nunes de Abreu (2° lugar) e Quirino de Oliveira (3° lugar)28 .

Anatomia da bicicleta

Abaixo as principais peças e sistemasBicicleta de triathlon Bicicleta de down hill Bicicleta de contra relogio Bicicleta de passeio Bicicleta de trilha que constituem a bicicleta ou velocípede. Como existe uma diversificado de expressões locais e regionais, bem como, entre o Brasil e Portugal, alguns itens apresentam estas variações29 1 30 .

  • Quadro (chassi) – Tubos de aço,titanio,aluminio,carbono e ou outros materiais alternativos como madeira e bambú  chamados da “alma” da bicicleta. Destinado a receber a montagem das principais peças do velocípede. A região dianteira do quadro recebe o garfo e a roda dianteira e a extremidade posterior é formado por duplos “braços” de metal para acomodar o rodado traseiro e seus mecanismos. Na região superior é instalado o selim e na inferior esta localizado o movimento central com as pedivelas.
  • Roda - Formada por grandes anéis (aros) metálicos ligados por raios ao cubo com blocante ou porca.
  • Garfo - Peça que aloja a roda dianteira, semelhante a uma forquilha, pois é formada por duas hastes paralelas. Nela se conecta o sistema de direção (guidão e mesa) à roda dianteira, passando pelo quadro da bicicleta.
  • Guidão (Guidom ) – Peça tubular fixado no garfo e destinado a orientar a movimentação da bicicleta.
  • Selim (selabancocoxim) – É o assento para a acomodação do ciclista.
  • Corrente (correia) – Com um conjunto de elos metálicos e flexiveis é formado a corrente da bicicleta (corrente de roletes). A corrente faz a conexão entre a coroa fixada na pedivela e a catraca ou o cassete na roda traseira.
  • Freio (trava ) – Equipamento de segurança da bicicleta. É acionado por cabos de aço através do manete de freio. Quando acionado o manete, sua força/pressão é transmitida através do cabo de aço para acionar as sapatas de freio fixadas próximo ao aro das rodas que executam a frenagem através da fricção de uma borrracha com o aro. Em bicicletas mais antigas, o freio esta presente na pedivela e no mecanismo do movimento central conhecido por freio contra pedal ou torpedo. Freio a disco: peça similar ao freio a disco dos automóveis, com um disco instalado no cubo da roda e outro conjunto preso ao quadro ou ao garfo.
  • Pneu - Peça constituída de protetores de lona e borracha que se encaixa no aro da roda. Recebe uma câmara tubular, também de borracha, que se enche com ar comprimido numa determinada calibragem para que suporte o peso associado da bicicleta e do ciclista juntos. Os pneus servem para amortecer as trepidações devidas às asperezas do chão,os pneus atualmente são comumente usados como (TUBELESS), ou seja pneus sem cãmaras.
  • Passador de marchas (alavanca de câmbiotrocador de marchamanípulo de mudança (em Portugal)) – É o comando do mecanismo de mudança das engrenagens das coroas e do cassete ou da catraca.
  • Câmbio dianteiro - Sistema responsável pelas mudanças de marchas na bicicleta, com a passagem da corrente entre as coroas.
  • Câmbio traseiro - Sistema responsável pelas mudanças de marchas na bicicleta, com a passagem da corrente entre os anéis dentados do cassete ou da catraca.
  • Cassete - Conjunto de anéis dentados, fixados na roda-livre do cubo da roda traseira. Pelo cassete passa a corrente que esta interligada com a coroa (ou coroas) fixadas na pedivela.
  • Roda livre - Peça que faz parte do cubo da roda traseira. Por ela passa a corrente que vem desde a coroa fixada na pedivela.
  • Conduíte flexível o cabo de aço - Tubo destinado ao cabo de aço dos freios e dos câmbios.
  • Manete do freio (maçaneta ) – Alavanca de freio destinado ao acionamento do mesmo.
  • Garfo com amortecedor - Suspensão dianteira.
  • Manopla (punho, (em Portugal), luva) – Peça de borracha colocada nas extremidades do guidão para propiciar um maior conforto ao ciclista.
  • Mesa ( suporte de guidãoavanço ) – Peça que conecta o guidão ao tubo central do garfo.
  • Movimento central - Peça instalada no quadro da bicicleta para a fixação das pedivelas.
  • Pedal - Peça integrante da pedivela destinada a acomodar os pés do ciclista.
  • Pedivela com coroas , ( “Z” Monobloco )- Peça que conecta o pedal ao eixo do movimento central. Coroa são ou anéis dentados fixados na pedivela. As pedivelas estão deslocadas entre si de 180°.
  • Cubo da roda - O cubo é a peça do meio da roda, onde são presos os raios. Consiste num cartucho com rolamentos ou esferas e um eixo passando pelo meio. Este eixo é fixado no garfo e no quadro através de porcas ou blocante.
  • Raio - São tirantes de aço rígido de pequeno diâmetro que terminam, por um lado nos cubos das rodas e por outro lado nos grandes aros (anéis) que acomodam os pneus.
  • Canote de selim (cano de selimespigão de selim ) – Peça que se fixa no selim para o encaixe no quadro da bicicleta e que possibilita a regulagem de altura do selim.
  • Amortecedor - O amortecedor é uma peça constituida de uma mola,elastômero,oléo e também ar comprimido, para absorver os efeitos da rodagem em superfícies irregulares.
  • Para-lama (guarda-lama ) – Acessório que recobre a parte superior da rodas destinado a impedir o lançamento de cascalho ou lama em direção ao ciclista.

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