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Refrigerantes : e seus maleficios !

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Saúde

Que o refrigerante não é saudável não é novidade, mas quais são realmente os males que esta bebida causa? De acordo com oHuffington Post, tomar refrigerante pode aumentar o risco de ataques cardíacos e osteoporose. Além disso, por ser rico em açúcar, o consumo de refrigerante provoca o aumento de peso. Veja a seguir outros malefícios da bebida, listados pelo Huffington Post.

Ataques cardíacos - Pesquisadores da Harvard descobriram que ingerir uma bebida açucarada por dia aumenta 20% o risco de um homem ter um infarto durante um período de 22 anos. O risco se intensificou com o aumento das bebidas doces consumidas.

Síndrome metabólica e doença hepática gordurosa - Mesmo que a pessoa não ganhe peso, o refrigerante açucarado pode ser prejudicial para a saúde cardiovascular – especialmente para as mulheres. As mulheres que ingerem bebidas adoçadas com açúcar são mais propensas a desenvolver níveis elevados de triglicérides – gordura no sangue. Pesquisadores descobriram que as mulheres que consumiam pelo menos duas porções de refrigerante por semana, eram quatro vezes mais suscetíveis a ter altos níveis de triglicérides. Esta gordura passa a envolver os órgãos. como o fígado, o que pode contribuir para risco elevado de doença coronariana cardíaca, diabetes tipo 2 e acidente vascular cerebral.

Ganho de peso - Naturalmente, ao consumir calorias extras ocorre o aumento de peso. Mesmo refrigerante diet podem levar a problemas. Dados recentes demonstraram uma associação entre a bebida sem açúcar e o aumento da cintura.

Osteoporose - Um ingrediente na cola pode prejudicar o cálcio dos ossos. Um estudo de pesquisadores da Tufts University descobriu que mulheres que relataram beber apenas três colas por semana tinham uma perda óssea média de 4% em locais como os quadris do que as mulheres que consumiam outra bebida. Os refrigerantes de cola contêm ácido fosfórico aromatizante. Segundo o autor principal do estudo, Kathleen Tucker, a substância causa maior acidez no sangue, o corpo então usa o cálcio dos ossos para neutralizar o ácido no organismo.

Diabetes tipo 2 - Diabetes anda de mãos dadas com a obesidade e o consumo elevado de açúcar. Um estudo com 90 mil mulheres mostrou que as que ingeriam uma ou mais bebidas açucaradas (como refrigerante ou suco) foram duas vezes mais propensas a desenvolver diabetes tipo 2. As bebidas doces aumentam o nível de glicemia de jejum e resistência à insulina.

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Desafio ciclistico Salvador/Aracajú Julho 2013

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Saúde

desafio ciclistico Salvador Aracajú desafio ciclistico Salvador Aracajú.1 desafio ciclistico Salvador Aracajú.2 desafio ciclistico Salvador Aracajú.3 desafio ciclistico Salvador Aracajú.4 desafio ciclistico Salvador Aracajú.5 desafio ciclistico Salvador Aracajú.6 desafio ciclistico Salvador Aracajú.7 desafio ciclistico Salvador Aracajú.8   Como de costume todos os anos no inverno entre os meses de Junho e Julho,realizo o desafio ciclistico Salvador/Aracajú, são 330km que separam o centro das duas capitais do Nordeste e que se caracteriza por um incessante subir e descer de ladeiras que parecem interminaveis, tendo apenas uma reta de 3km após o Municipio do CONDE exatamente 3km após  o marco do km 165 (Metade do percurso).

Algumas realizo esse desafio sozinho, sempre na casa das 14 á 8 horas de pedal,esse ano tive a agradavel companhia dos amigos Valter Ribeiro (59) ,Walber Stepple (33)Rodrigo Maciel (30) e eu Jason Dias Silva(45).

Esse ano viajei com uma lesão no ombro o que me incomodou bastante, mas pude fazer o melhor tempo desde que comecei esse desafio em 2007. 

Veganismo

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Saúde

Veganismo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 
 
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Veganismo é uma filosofia de vida motivada por convicções éticas com base nos direitos animais, que procura evitar exploração ou abuso dos mesmos, através do boicote a atividades e produtos considerados especistas.

O número de veganos está crescendo[carece de fontes]. Em 1997, três porcento nos Estados Unidos anunciaram não ter usado nenhum produto de origem animal nos últimos dois anos. Em 2007, dois porcento do Reino Unido se declararam como veganos. 1 O número de restaurantes veganos está crescendo, de acordo com o Oxford Companion to American Food and Drink (2007).2 Tem sido mostrado que pessoas em dietas que incluem comidas de origem animal tem mais probabilidades de terem Doenças degenerativas, incluindo doenças do coração.3 A Associação Dietética Americana (The American Dietetic Association) e os Nutricionistas do Canadá (Dietitians of Canada) consideram a dieta vegetariana como apropriada para todos os estágios do ciclo de vida, embora eles ainda alertam que uma dieta vegana mal planejada pode ser deficiente em vitamina B12ferrovitamina Dcálcioiodo, e ácidos graxos ômega 3.4

Índice

  

Etimologia

O termo inglês vegan (pronuncia-se vígan) foi criado em 1944, numa reunião organizada por Donald Watson (1910 - 2005) envolvendo 6 pessoas (após desfiliarem-se da The Vegetarian Society por diferenças ideológicas), onde ficou decidido criar uma nova sociedade (The Vegan Society) e adotar um novo termo para definir a si próprios.5

Trata-se de uma corruptela da palavra “vegetarian“, em que se consideram as 3 primeiras letras e as 2 últimas para formar a palavravegan.5

Em português se consideram as três primeiras e as três últimas letras (vegetariano), na formação do termo vegano (s.m. adepto do veganismo – fem. vegana).

Ideologia

Veganismo significa os princípios pelos quais o Ser Humano viva sem explorar os animais. É a prática e busca ao fim do uso de animais pelo homem para alimentação, apropriação, trabalho, caçavivissecçãoconfinamento e todos os outros usos que envolvam exploração da vida animal pelo homem. O vegano procura abolir qualquer prática que explore animais, zelando pela preservação da liberdade e integridade animal, no exercício da não-violência, a busca por alternativas aos mais diversos produtos, o não consumismo, entre outras práticas. Veganos boicotam qualquer produto de origem animal (alimentar ou não), além de produtos que tenham sidotestados em animais ou que incluam qualquer forma possível de exploração animal nos seus ingredientes ou processos demanufactura. Ou seja, não utilizam produtos de beleza, de higiene pessoal, de limpeza, remédios, entre outros.

Preferem usar os termos “animais não-humanos” ou “seres sencientes“, em vez de “irracionais”.

É muito importante diferenciar a ideologia vegana da dieta vegetariana. Veganismo não é dieta. É um conjunto de práticas focadas nos Direitos Animais que, por consequência, adota uma alimentação estritamente vegetariana. Entende-se que os animais têm o direito de não serem usados como propriedade, e que o veganismo é a base ética para levar a sério esse direito, pelo mínimo de respeito a eles.

Vestuário, adornos, etc

Artigos em pelescourosedacamurça ou outros materiais de origem animal (como adornos de pérolasplumaspenasossos,pêlosmarfim, etc) são preteridos, pois implicam a morte e/ou exploração dos animais que lhes deram origem. Sendo assim, um vegano se veste de tecidos de origem vegetal (algodãolinho, etc) ou sintéticos (poliéster, etc), mantendo o cuidado de não exagerar com consumismos que também, mesmo que indiretamente, geram degradação/negação aos animais.

Alimentação

Veganos excluem da sua dieta carnes e embutidosbanhavíscerasmúsculosgelatina, peles, cartilagens, lacticíniosovos e ovas,insetosmel e derivados, frutos do mar 6 7 8 e quaisquer alimentos de origem animal. Consomem basicamente cereaisfrutas,legumesvegetaishortaliçasalgascogumelos e qualquer produto, industrializado ou não, desde que não contenha nenhum ingrediente de origem animal.

  • As críticas aos atuais padrões de produção dos alimentos vegetais são inexoráveis, haja vista que monoculturastransgênicos e muitos processos industriais degradam faunas inteiras. Por isso, é cada vez mais necessário que práticas de permacultura eagrofloresta estejam agregadas ao veganismo. Há também um vasto trabalho de base a ser feito na produção de vegetais orgânicos, para que não se explore animais no processo produtivo.

 

Argumentos de Saúde

Pessoas em dietas que incluem comidas de origem animal tem mostrado ter maior probabilidades de ter doenças degenerativas, incluindo doenças do coração.3 De acordo com o Guia de Nutrição para Americanos de 2010, um relatório emitido pelo Departamento de Agricultura Americano e o Departamento de Saúde e Serviços Humanos Americano, uma dieta vegetariana é associada com baixos níveis de obesidade e risco reduzido de doenças cardiovasculares.9 De acordo com um estudo da EPIC-Oxford, uma dieta vegetariana fornece grandes quantidades de cereais, grãos, nozes, frutos e vegetais, e assim sendo uma dieta rica em carboidratosomega-6,Fibra dietéticacarotenoidesácido fólicovitamina Cvitamina E, e magnésio. A dieta vegana é mais restrita, e as recomendações são diferentes. Dietas veganas mal planejadas podem ter baixa quantidade de vitamina B12, cálcio, ácidos graxos omega-3, vitamina D, ferro, zinco, riboflavina (vitamina B2) e iodo. 4 A Associação Dietética Americana (The American Dietetic Association) e os Nutricionistas do Canadá (Dietitians of Canada) disseram em 2003 que uma dieta vegana planejada apropriadamente é nutricionalmente adequada para todos os estágios de vida, incluindo gravidez e amamentação, e provê benefícios de saúde no tratamento e prevenção de certas doenças.10 A Comissão Federal de Nutrição Suíça (Swiss Federal Nutrition Commission) e a Sociedade Alemã de Nutrição (German Society for Nutrition) não recomendam uma dieta vegana, e alerta para cuidado para crianças, grávidas e idosos.11

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Dean Ornish é um dos médicos que recomenda uma dieta vegana de pouca gorduras para prevenir e reverter certas doenças degenerativas.12

Médicos John A. McDougallCaldwell EsselstynNeal D. BarnardDean OrnishMichael Greger e o bioquímico nutricional T. Colin Campbell argumentam que altas gorduras animais e dietas de proteínas, como a dieta padrão americana, é prejudicial para a saúde, e que uma dieta vegana de baixa gordura pode prevenir e reverter doenças degenerativas como a doença arterial coronariana e a diabetes.12 Uma pesquisa de 2006 da Barnard descobriu que em pessoas com diabetes tipo 2, uma dieta vegana de baixas gorduras reduziu o peso, o colesterol total e o colesterol LDL, e foi muito melhor do que a dieta prescrita pela Associação Americana de Diabetes (American Diabetes Association).13

O estudo vegetariano de 12 anos da Oxford com 11,000 pessoas recrutados entre 1980 e 1984 indicaram que veganos tinham baixas concentrações de colesterol total e LDL do que carnívoros. Índices de morte eram menores do que em pessoas não comiam carne do que os que comiam carne; a mortalidade por doenças isquêmicas do coração era positivamente associada com o consumo de gorduras animais e com o nível de colesterol na dieta. O estudo também sugeriu que os veganos no Reino Unido podem estar com risco de deficiência de iodo por causa de deficiências no solo.14

diagram

Versão vegana da pirâmide alimentar (clique para aumentar).

De acordo com o Associação Dietética Americana (The American Dietetic Association) e os Nutricionistas do Canadá (Dietitians of Canada), dietas que evitam carne tendem a ter níveis baixos de gorduras saturadas, colesterol e proteína animal, e tendem a ter níveis maiores de carboidratos, fibras, magnésio, potássio, ácido fólico e antioxidantes como as vitaminas C e E e fitoquímicos. Pessoas que evitam carne tem reportado terem baixoíndice de massa corporal do que pessoas numa dieta americana ou canadense. E pessoas que evitam carne tem baixos índices de morte por doenças isquêmicas do coração, baixo nível de colesterol no sangue, baixa pressão sanguínea, e baixos índices de hipertensão, diabetes tipo 2 e câncer de próstata e colo de útero.4

Uma meta-analise de 1999 de cinco estudos comparando os índices de mortalidade de vegetarianos e não-vegetarianos em países do leste descobriu que a mortalidade por doenças isquêmicas do coração era 26% menor entre veganos comparado com a maioria dos carnívoros, mas 34% menor entre lacto-ovo vegetarianos (vegetarianos que comem laticínios e ovos) e pescetarianos (aqueles que comem peixes, mas nenhuma outra carne). Se acredita que o baixo índice de proteção para veganos comparado com pescetarianos ou lacto-ovo vegetarianos está lingado com os autos níveis de homocisteína, que é causado por insuficiência da vitamina B12, e acreditam que veganos que consomem níveis suficientes de vitamina B12 devem mostrar níveis de risco de doenças isquêmicas do coração menores ainda do que lacto-ovo vegetarianos. Nenhuma diferença significativa de mortalidade por outras causas foi encontrado.15

Uma grande pesquisa de 15 anos que investigou no Reino Unido a associação da dieta e o risco de catarata relacionada com a idade descobriu uma diminuição progressiva no risco de catarata dos altos consumidores de carne para baixos consumidores de carne, vegetarianos, e veganos. Descobriu-se que veganos tinham 40% menor risco de ter catarata comparado com os altos consumidores de carne.16

Medicamentos, cosméticos, higiene e limpeza

Evitam o uso de medicamentos, cosméticos e produtos de higiene e limpeza que tenham sido testados em animais. Não tomamvacinas ou soros, mas podem violar os princípios veganos quando alternativas não estiverem disponíveis, ou em caso de emergência ou urgência. Alguns optam pela fitoterapiahomeopatia ou qualquer tratamento alternativo.

O vegano defende o surgimento de alternativas para experiências laboratoriais, como testes in vitrocultura de tecidos e modelos computacionais.

São divulgadas entre a comunidade vegana extensas listas de marcas e empresas de cosméticos e produtos de limpeza e higiene pessoal não testados em animais.

Entretenimento

Circos com animais, rodeiosvaquejadastouradas e jardins zoológicos, também são boicotados pois implicam escravidão, posse, deslocamento do animal de seu habitat natural, privação de seus costumes e comunidades, adestramento forçoso e sofrimento.

Não caçam, não promovem nenhum tipo de pesca, e boicotam qualquer “desporto” que envolva animais não-humanos. Muitos seguem o princípio político da não-violência.

Dia Mundial Vegano

O dia 1 de Novembro é marcado pelo Dia Mundial Vegano (“World Vegan Day”, em inglês), que é comemorado desde 1994, quando a Vegan Society da Inglaterra comemorou 50 anos de criação.

Em 2004 o evento marcou o 60º aniversário da sociedade, e o 10º aniversário do feriado.

Documentários

O número de adeptos tem crescido de forma gradual, com o auxílio de documentários que denunciam o especismo e ensinam direitos animais.

Documentários como Meet your Meat (“Conheça sua Carne“), Earthlings (“Terráqueos“), Chew on This (“Pense Nisso“) e o pioneiro brasileiro A Carne é Fraca, seguido de Não Matarás, têm causado polêmica e, de uma forma geral, ganhado adeptos em todo o mundo.

Referências

  1.  Duda, M.D. and Young, K.C. “Americans’ attitudes toward animal rights, animal welfare, and the use of animals,” Responsible Management, 1997, cited in McDonald, Barbara. “Once You Know Something, You Can’t Not Know It: An Empirical Look at Becoming Vegan”Animals and Society, 8:1, 2000, p. 3.
  2.  Berry, Rynn. “Veganism,” The Oxford Companion to American Food and Drink. Oxford University Press, 2007, pp. 604–605.
    • For the Vegan Society extending its definition in 1951, see Cross, Leslie. “Veganism Defined”The Vegetarian World Forum, volume 5, issue 1, Spring 1951.
  3. ↑ a b Freston, Kathy. Veganist: Lose Weight, Get Healthy, Change the World. Weinstein Publishing, 2011. Ornish conta sobre perca de peso, veja p. 21ff; for Campbell on cancer, heart disease and diabetes, see p. 41ff; for Esselstyn on heart disease, see p. 57ff; for Barnard on diabetes, see p. 73ff; for Greger on factory farming and superbugs, see p. 109ff.
  4. ↑ a b c Para um resumo, veja “Position of the American Dietetic Association and Dietitians of Canada: vegetarian diets”Canadian Journal of Dietetic Practice and Research. Verão de 2003, 64(2):62-81; também disponível em [1], Página visitada em 31 de Janeiro de 2011.
    • Para vitamina B12, Norris, Jack. “Vitamin B12: Are you getting it?”, Vegan Outreach, July 26, 2006, Página visitada em 4 de Fevereiro de 2011: “B12 é geralmente encontrado em todos alimentos de origem animal (exceto mel). Contrario dos rumores, não existe nenhuma fonte vegetal não-fortificada confiável de vitamina B12, incluindo tempeh, algas, e produtos orgânicos. O consenso alto nas redes principais de comunidades de nutrição, assim como entre profissionais da saúde vegana, é que comidas de origem vegetal não fornecem vitamina B12, e alimentos fortificados ou suplementos são necessários para uma saúde ideal dos veganos, e até vegetarianos em alguns casos. Felizmente, a vitamina B12 é feita pela fermentação bacterial de um jeito que não é necessário ser obtida de produtos de origem animal.”
    • Inglês: ”B12 is generally found in all animal foods (except honey). Contrary to rumors, there are no reliable, unfortified plant sources of vitamin B12, including tempeh, seaweeds, and organic produce. The overwhelming consensus in the mainstream nutrition community, as well as among vegan health professionals, is that plant foods do not provide vitamin B12, and fortified foods or supplements are necessary for the optimal health of vegans, and even vegetarians in many cases. Luckily, vitamin B12 is made by bacterial fermentation such that it does not need to be obtained from animal products.”
    • Para Ferro, “Iron deficiency—adults”, Better Health Channel, Government of Victoria, Australia, Página visitada em 4 de Fevereiro de 2011: “Grupos de altos riscos como vegetarianos, meninas adolescentes e mulheres atletas precisam comer comidas ricas em ferro todos os dias (combinadas com comidas ricas em vitamina C). … Vegetarianos que excluem todos os produtos de origem animal de sua dieta podem precisar de quase duas vezes mais ferro todos os dias do que não-vegetarianos. Fontes incluem vegetais de folhas verdes escuras—como espinafre— e passas, nozes, sementes, feijões, ervilhas, cereais fortificado com ferro, pães e massas”
    • Inglês: ”High-risk groups such as vegetarians, adolescent girls and women athletes need to eat iron-rich foods each day (combined with foods that are high in vitamin C). … Vegetarians who exclude all animal products from their diet may need almost twice as much dietary iron each day as non-vegetarians. Sources include dark green leafy vegetables—such as spinach—and raisins, nuts, seeds, beans, peas, and iron-fortified cereals, breads and pastas.”
    • Para vitamina D, veja “Bones, Vitamin D, and Calcium”, Vegan Outreach, 9 de Janeiro de 2007, Página visitada em 4 de Fevereiro de 2011: “Se você se expõe para as seguintes quantidades de sol a pino (10:00 `as 14:00), sem protetor solar, em um dia que queimadura solar é possível (ex. não no inverno ou dia nublado), então você não precisa de nenhum suplemento de vitamina D naquele dia” Em outros dias, tome um suplemento, veja a página para recomendações.
    • Inglês: ”If you get exposed to the following amounts of midday sun (10 am to 2 pm), without sunscreen, on a day when sunburn is possible (i.e., not winter or cloudy), then you do not need any dietary vitamin D that day.”
    • Para cálcio, veja “Bones, Vitamin D, and Calcium”, Vegan Outreach, 9 de Janeiro de 2007, Página visitada em 4 de Fevereiro de 2011: “Baseado em pesquisas mostrando que veganos que consumiram menos que 525 mg por dia de cálcio tinham maior índice de fratura de ossos do que pessoas que consumiram mais do que 525 mg por dia (14), veganos devem ter fazer o possível para consumirem um mínimo de 525 mg de cálcio por dia. O melhor seria consumir 700 mg por dia para um adulto, e pelo menos 1.000 mg para pessoas de 13 a 18 anos quando os ossos estão em desenvolvimento. Essa quantidade pode ser facilmente alcançada para a maioria dos veganos consumindo vegetais com altas quantidades de cálcio diariamente e bebendo um leito não-lacticínio que é fortificado com cálcio.”
    • Inglês: ”Based on research showing that vegans who consumed less than 525 mg per day of calcium had higher bone fracture rates than people who consumed more than 525 mg per day (14), vegans should make sure they get a minimum of 525 mg of calcium per day. It would be best to get 700 mg per day for adults, and at least 1,000 mg for people age 13 to 18 when bones are developing. This can most easily be satisfied for most vegans by eating high-calcium greens on a daily basis and drinking a nondairy milk that is fortified with calcium.”
    • Para vitamina D e cálcio, veja também Appleby, P. et al. “Comparative fracture risk in vegetarians and nonvegetarians in EPIC-Oxford”European Journal of Clinical Nutrition, volume 61, issue 12, Fevereiro de 2007. doi:10.1038/sj.ejcn.1602659
    • Para iodo, veja “Iodine”, Vegan Outreach, December 26, 2006, Página visitada em 4 de Fevereiro de 2011: “Iodo é necessário para o funcionamento saudável da tiroide que regula o metabolismo. Tanto demais e muito pouco iodo podem causar um metabolismo anormal da tiroide. … Estudos tem mostrado que veganos na Europa (onde o sal não é iodado ou não iodado em níveis altos o suficientes) que não suplementam (e também aqueles que super-suplementam) tem indicações de funções anormais da tiroide.”
    • Inglês: ”Iodine is needed for healthy thyroid function which regulates metabolism. Both too much and too little iodine can result in abnormal thyroid metabolism. … Studies have shown that vegans in Europe (where salt is either not iodized or not iodized at high enough levels) who do not supplement (as well as those who oversupplement) have indications of abnormal thyroid function.”
    • Para ácidos graxos ômega 3, veja “Omega-3 Fatty Acid Recommendations for Vegetarians”, Vegan Outreach, Página visitada em 4 de Fevereiro de 2011: “Sem uma dieta planejada, veganos e vegetarianos tem baixo consumo e níveis sanguíneos de omega-3; e, em alguns casos, veganos idosos tem quantidades próximas à zero” Por isso veganos devem tomar suplementos, use óleos com baixo omega-6 como os de olive, abacate, amendoim, ou canola; e consuma 0.5 g de Ácido alfa-linolênico (ALA) diariamente (e.g., 1/4 de colher de chá de óleo de linhaça). Veja a página para mais detalhes.
    • Inglês: ”Without diet planning, vegans and vegetarians have low omega-3 intakes and blood levels; and, in some cases, elderly vegans have close to none.”
  5. ↑ a b The Vegan Society. History of the Society (em inglês). Página visitada em 6 de Março de 2009.
  6.  Noah Lewis. Why Honey is Not Vegan? (em inglês). Página visitada em 25 de julho de 2008.
  7.  Vegan Action. FAQ: Is Honey Vegan? (em inglês). Página visitada em 25 de julho de 2008.
  8.  AmericanVegan.org. What is Vegan? (em inglês). Página visitada em 25 de julho de 2008.
  9.  “Building healthy eating patterns”, Dietary Guidelines for Americans, United States Department of Agriculture, 2010, p. 45.
    • O relatório diz: “Em estudos prospectivos de adultos, comparado com modos de comer não-vegetarianos, os modos vegetarianos de comer tem se associado com uma melhora na saúde—baixos níveis de obesidade, um risco reduzido de doenças cardiovasculares, e baixa mortalidade total. Muitos testes clínicos tem documentado que os modos de comer vegetarianos diminuem a pressão sanguínea.

      Em média, vegetarianos consomem baixa proporção de calorias de gordura (em particular, ácidos graxos saturados); e um pouco de calorias derivadas de outras coisas, e mais fibra, potássio, e vitamina C do que não-vegetarianos. Em geral, vegetarianos tem um baixo índice de massa corporal. Essas características e outros fatores do tipo de vida associados com uma dieta vegetariana pode contribuir para resultados positivos na saúde que tem sido identificado entre os vegetarianos.”

    • Inglês: ”In prospective studies of adults, compared to non-vegetarian eating patterns, vegetarian-style eating patterns have been associated with improved health outcomes—lower levels of obesity, a reduced risk of cardiovascular disease, and lower total mortality. Several clinical trials have documented that vegetarian eating patterns lower blood pressure.

      On average, vegetarians consume a lower proportion of calories from fat (in particular, saturated fatty acids); fewer overall calories; and more fiber, potassium, and vitamin C than do non-vegetarians. In general, vegetarians have a lower body mass index. These characteristics and other lifestyle factors associated with a vegetarian diet may contribute to the positive health outcomes that have been identified among vegetarians.”

  10.  “Position of the American Dietetic Association and Dietitians of Canada: vegetarian diets”Canadian Journal of Dietetic Practice and Research. Summer 2003, 64(2):62-81; Também disponível em: [2], Página visitada em 31 de Janeiro de 2011.
    • Para uma cartilha do Instituto Diético e Nutricao Irlandesa (Irish Nutrition and Dietetic Institute), veja “A guide to vegetarian eating”, Irish Nutrition and Dietetic Institute, Página visitada em 30 de Setembro de 2009.
  11.  Para Suíça, veja Walter, Paul et al. “Gesundheitliche Vor- und Nachteile einer vegetarischen Ernährung”, Bundesamt für Gesundheit, Página visitada em 1 de Fevereiro de 2011:
    • “Portanto, uma dieta vegana não é recomendada para a população em geral, e particularmente não para crianças e outros grupos vulneráveis como mulheres grávidas e idoso.”
    • Alemão: ”Deshalb ist die veganische Ernährungsweise generell für breitere Bevölkerungskreise insbesondere für Kinder und andere Risikogruppen wie Schwangere und ältere Leute nicht zu empfehlen.”
    • “A dieta vegetariana / vegana estrita (rigorosa) não é recomendada para nenhum grupo de idade por causa dos riscos. O DGE alerta contra isso principalmente para recém nascidos, crianças e jovens.”
    • Alemão: ”Die streng vegetarische/ vegane Ernährung wird aufgrund ihrer Risiken für keine Altersgruppe empfohlen. Die DGE rät besonders für Säuglinge, Kinder und Jugendliche dringend davon ab.”
  12. ↑ a b Freston, Kathy. Veganist: Lose Weight, Get Healthy, Change the World. Weinstein Publishing, 2011.
  13.  Barnard, Neal D. et al. “A Low-Fat Vegan Diet Improves Glycemic Control and Cardiovascular Risk Factors in a Randomized Clinical Trial in Individuals With Type 2 Diabetes”Diabetes Care, volume 29, issue 8, August 2006. doi:10.2337/dc06-0606 PMID 16873779
  14.  Appleby P.N. et al. “The Oxford Vegetarian Study: an overview”American Journal of Clinical Nutrition, 1999, 70 (suppl):525S–531S.
  15.  Timothy, J; et al.. (September 1, 1999). “Mortality in vegetarians and nonvegetarians: detailed findings from a collaborative analysis of 5 prospective studies“. American Journal of Clinical Nutrition 70 (3): 516S–524S. PMID 10479225.
    • Uma revisão de 2003 de três estudos comparando índices de mortalidade entre vegetarianos e não-vegetarianos britânicos descobriu descobriu uma redução não-significativa na mortalidade por doenças isquêmicas do coração, mas nota-se que as descobertas foram compatíveis com a redução significativa descoberta na revisão de 1999. Veja Key, Timothy J; et al.. (September 1, 2003). “Mortality in British vegetarians: review and preliminary results from EPIC-Oxford“. American Journal of Clinical Nutrition 78(3): 533S–538S. PMID 12936946.
  16.  Appleby P.N. et al.”Diet, vegetarianism, and cataract risk” American Journal of Clinical Nutrition, 2011 93(5):1128-35.

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Parto natural !

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Saúde

Bela imagem de um nascimento. Curiosidades sobre o parto na água. 

Esqueça as imagens típicas da mídia de uma mulher histérica deitada e gritando para que o seu bebê venha ao mundo. Essa é uma imagem incrível e real de um parto na água. A foto impressionante foi publicada na National Geographic Photo Contest 2011.

A reportagem, intitulada “Entre Dois Mundos”, captou o momento incrível quando a mãe orienta seu bebê ao mundo.

Curiosidades sobre o parto na água:

1. O parto na água pode parecer como uma nova tendência, mas na realidade tem sido praticada há séculos em todo o mundo.

2. Estudos têm confirmado o fato de que as mulheres que usam a água durante o trabalho de parto têm uma menor percepção de dor.

3. O ambiente aquático promove o relaxamento profundo, e isso é capaz de diminuir os sentimentos de medo, tensão e percepção da dor. A água quente também promove o relaxamento dos músculos e dos tecidos, incluindo o períneo.

Foto: Tara Garner 
Via: National Geographic
Referências: 
- Cluett E R, Nikodem VC, McCandlish RE, Burns EE. Immersion in water in pregnancy, labour and birth. Cochrane Database of Systematic Reviews 2002.
- Gilbert, R., Tookey, P. (1999, Aug. 21). Perinatal mortality and morbidity among babies delivered in water: surveillance study and postal survey. BMJ 319(7208): 483-7.

Biological Post - Nosso DNA inspira Saúde, Ciência e Tecnologia

 

 

LIMÃO

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Saúde

LIMÃO

CASCA: D-limoneno, anticancerígeno, pela facilidade de penetrar nos tecidos e células, sendo um poderoso solvente de toxinas e gorduras, também atua na prevenção de cálculos renais e entupimento de veias.

PARTE BRANCA da fruta: contém muita pectina e fibras solúveis.

POLPA: Rica em minerais e vitaminas

A vitamina C (ou ácido ascórbico) presente em sua composição é um excelente antioxidante, estabiliza a estrutura do colágeno, é fotoprotetor, ajuda na cicatrização e infeções, além disso, o ácido cítrico auxilia na digestão.

A combinação da vitamina C com o ácido cítrico combate os radicais livres e aumenta a resistência do sistema imunológico, prevenindo gripes e resfriados.

O bioflavonóide presente no limão, juntamente com a vitamina C auxiliam a queda de colesterol e aumenta a resistência dos vasos sanguíneos.

O limão tem a capacidade de alcalinizar o ph sanguíneo, isto significa que a alcalinidade de um meio ajuda as enzimas do fígado, responsáveis pela desintoxicação (eliminação de toxinas) a funcionar melhor. Fígado com funcionamento adequado ou até sendo estimulado, aumenta a eliminação de toxina, contribuindo para a perda de peso.

Sugestão:
Consumo diário 1 limão por dia. Metade exprimido num copo de 200 mL com água morna, estimula o bom funcionamento do intestino além de todos os benefícios sitados acima. A outra metade sugiro que a utilize na salada como tempero.

Por, Naturologia Vital

 

 

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