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A obesidade é a causa de varias doenças

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Saúde

A obesidade tornou-se uma epidemia global, segundo a Organização Mundial da Saúde ligada à Organização das Nações Unidas. O problema vem atingindo um número cada vez maior de pessoas em todo o mundo e entre as principais causas desse crescimento estão o modo de vida sedentário e a má alimentação.

Segundo José Carlos Pareja, médico especialista em cirurgia de redução de estômago, a taxa de mortalidade entre homens obesos de 25 a 40 anos é 12 vezes maior quando comparada à taxa de mortalidade entre indivíduos de peso normal. O excesso de peso e de gordura no corpo desencadeia e piora problemas de saúde que poderiam ser evitados. Em alguns casos, a boa notícia é que a perda de peso leva à cura, como no caso da asma, mas em outros, como o infarto, não há solução. Se você ainda tem dúvidas dos problemas que a obesidade pode trazer, listamos as doenças que, comprovadas por pesquisas científicas, são geradas pelo excesso de peso.

Doenças do coração
As primeiras doenças que costumam afetar o obeso são as do coração. Segundo José Carlos Pareja, que também é diretor do Centro de Cirurgia da Obesidade de Campinas (CCOC), o coração de uma pessoa acima do peso tem que “trabalhar” mais. “Se seu peso ideal é 70kg, seu coração foi feito para trabalhar num corpo de 70 kg. Se você pesa 100, ele tem que trabalhar para um corpo de 70 e mais um de 30 e fica sobrecarregado”. Entre as várias doenças do coração está a hipertrofia ventricular, que é o aumento do músculo do coração por excesso de trabalho. A hipertrofia pode evoluir para a insuficiência e gerar arritmia e também aumenta o risco de um acidente vascular cerebral e morte súbita.

A hipertensão é outro problema comum entre os obesos. Um estudo americano mostrou que 75% dos hipertensos são obesos. O motivo é a alta produção de insulina – por isso muitas vezes o obeso não é diabético, mas tem problema com a pressão alta. A insulina funciona na manutenção do tamanho dos vasos sanguíneos e também favorece a absorção de água e sódio. Uma alimentação não-balanceada somada à compressão dos vasos sanguíneos resulta na pressão alta, que aumenta os problemas no coração. Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, o problema é a causa de 40% das mortes por acidente vascular cerebral.

Trombose
Como o coração do obeso funciona com dificuldade, há um mau bombeamento de sangue para o corpo inteiro, gerando doenças ligadas ao sistema vascular. É comum que obesos tenham varizes nas pernas e enfrentem um risco maior de ter trombose – acúmulo de coágulos de sangue dentro de vasos sanguíneos. Uma pesquisa publicada no American Journal of Medicine, em 2005, mostrou que os pacientes obesos tinham 2,5 vezes mais chance de ter trombose do que os indivíduos não obesos. E esse risco foi maior entre as mulheres obesas do que entre os homens obesos (2,75 contra 2,02, respectivamente) e entre os pacientes obesos com menos de 40 anos, em relação aos mais velhos.

Apnéia
Segundo o endocrinologista Marcio Mancini, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), a parada respiratória involuntária durante o sono, muito comum entre os obesos, é pouco conhecida e muito grave. O problema atinge mais da metade dos obesos mórbidos. A apnéia acontece mais nos obesos porque eles têm excesso de gordura na região do pescoço e a faringe fica mais estreita, facilitando o fechamento involuntário. Na posição horizontal do corpo durante o sono, a expansão do pulmão para a respiração também é mais difícil. Mancini explica que quem sofre de apneia não tem um sono normal e enfrenta problemas durante o dia, como cansaço, dificuldade de concentração e até mesmo pressão alta.

Esteatose hepática
É o acumulo de gordura no fígado, órgão responsável pelo metabolismo dos lipídeos, que viram glicose e vão para o sangue. Quando há um excesso de gordura ingerida, o fígado não consegue metabolizar tudo e parte se acumula no órgão, que pode desenvolver cirrose ou fibrose. A cirrose é normalmente associada à ingestão de álcool, mas neste caso, pode aparecer em pessoas que não bebem. Segundo o endocrinologista Marcio Mancini, um estudo do Hospital das Clínicas de São Paulo mostrou que 67% dos obesos que fizeram a operação de redução de estômago apresentavam excesso de gordura no fígado e 5,5% deles tinham sinais de cirrose. Após a cirurgia bariátrica, a esteatose desapareceu em 84% e a cirrose, em 75% dos pacientes. Mancini alerta para a dificuldade de diagnóstico. “Metade dos pacientes que fazem ultrassom não consegue saber que está com essa doença, porque é difícil de enxergar. Mas quase todo obeso em fase de obesidade mórbida tem altos níveis de gordura do fígado”.

Depressão
O problema psiquiátrico afeta uma grande quantidade de obesos. Segundo o médico José Carlos Pareja, estatísticas mostram que, na população, 30% das pessoas terão algum tipo de depressão ao longo da vida. Já entre os obesos, esse número sobre para 89%. “São pessoas que sofrem muito com a autoestima, principalmente na adolescência, uma fase em que é importante a socialização. A depressão é uma doença tão importante quanto a pressão alta”.

Asma
A asma está relacionada à presença de uma substância produzida no tecido adiposo chamada eotaxina, capaz de provocar o fechamento dos brônquios. Estudos já mostraram que, quanto maior o índice de massa corporal, maior a quantidade de eotaxina produzida pelo corpo. Por isso, os obesos sofrem mais de asma. “Muitos pacientes meus que tinham graves crises de asma deixaram de ter problemas depois de perder peso. Para muitos obesos que têm asma, a cura é o emagrecimento”, diz Marcio Mancini. Ele também afirma que as pesquisas americanas sugerem um paralelo entre o crescimento do número de obesos e de asmáticos nos Estados Unidos, que têm o maior percentual de obesos no mundo. Entre 1960 e 1994, o número de americanos obesos aumentou de 12,8 para 22,5%. O número de asmáticos entre 1980 e 1994 subiu de 3,1 para 5,4%.

Infertilidade e gravidez de risco
A produção de hormônio anormal das mulheres obesas desencadeia uma série de problemas relacionados à gravidez. A alta taxa de gordura no corpo provoca maior produção de testosterona – hormônio masculino –, a menstruação fica irregular e a mulher tem mais dificuldade para engravidar. A gravidez da mulher obesa costuma ser de alto risco. Ela pode abortar devido à pressão alta e o bebê também pode ser afetado. Um estudo lançado na última semana na revista da Associação Americana de Medicina mostrou que as obesas têm o dobro de chance de ter filhos com problemas congênitos, como má formação da medula espinhal (que pode levar a um aborto ou a falta de movimento dos membros inferiores) e do coração. O diabetes do tipo 2, que afeta muitas mulheres obesas, também é um fator de risco para gerar problemas no sistema nervoso central e no coração do bebê. Os resultados de ultrassonografia também são mais imprecisos em mulheres obesas, pois a camada de gordura abdominal atrapalha o exame.

Neoplasia
Esse tipo de crescimento desordenado de células, que pode ser benigno ou virar um câncer, é facilitado pelo aumento de peso. Obesos têm deficiência de um tipo de linfócito chamamo “natural killer” (assassino natural) que combate células mutantes. “Muitos casos de câncer são combatidos pelo nosso corpo porque essas células atuam em nossa defesa. Mas, no caso do obeso, as células não conseguem combater sozinhas e o tumor pode se desenvolver”, afirma Marcio Mancini. De acordo com o médico José Carlos Pareja, o aumento de massa corpórea é um fator de risco para mulheres desenvolverem câncer de mama e de endométrio. Ele alerta para a dificuldade de diagnóstico e de tratamento em pacientes obesos devido à camada de gordura muito espessa. “O tratamento do câncer em um obeso não é mais difícil, mas como o diagnóstico pode ser tardio, a cura pode ficar mais difícil”.

Estudos científicos já haviam provado a ligação entre alguns tipos de câncer e a obesidade. No ano passado, uma dissertação de mestrado da Faculdade de Medicina da USP mostrou que pacientes obesos que reduziram o tamanho do estômago por cirurgia tiveram a produção de linfócito natural killer aumentada após seis meses.

Colesterol alto
Os obesos têm baixa taxa de HDL, o colesterol bom que diminui o risco de ataque cardíaco e ajuda a remover o colesterol ruim das paredes das artérias. O acúmulo de gordura dentro dos vasos pode causa entupimento e até um infarto. Um estudo recente da Universidade Estadual de Campinas apontou que o índice de colesterol alto, um problema mais comum em adultos, está atingindo também os mais novos. Dos quase 2 mil jovens e crianças entre 2 e 19 anos que foram atendidos no Hospital das Clínicas da Unicamp, 44% apresentaram alteração nos níveis de colesterol, e a principal causa foi o excesso de peso.

Diabetes do tipo 2
No Brasil, existem de 7 a 8 milhões de pessoas com diabetes do tipo 2. Isso representa 5% da população, porcentagem que é a média em outros lugares do mundo. Porém, segundo o médico José Carlos Pareja, mais de 70% dessas pessoas com diabetes têm algum grau de peso acima do normal. O diabetes tem fatores genéticos, mas quanto maior o peso de uma pessoa, maior a chance de ele aparecer. Isso acontece porque o aumento do peso e da gordura no corpo ocasiona uma resistência à ação da insulina, o hormônio que auxilia o organismo a regular os níveis de glicose.

Respiração

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Saúde

A maior parte de nós respira incorretamente: preenchemos com ar apenas a parte superior dos pulmões, estufando o peito e com isso, não conseguimos expulsar os gases tóxicos contidos nas partes média e inferior (além de absorver menos oxigênio e energia vital que a capacidade dos pulmões permite), ocasionando envelhecimento precoce da pele, dos órgãos e prejuízos para a eficiência mental e a saúde.

Por isso devemos reaprender a respirar com os bebês: ao inspirar eles estufam o abdome e ao expirar o contraem.

Ao respirar corretamente (respiração abdominal) você absorverá um excedente de energia vital no seu corpo e terá mais alegria, estrutura emocional e física para enfrentar as situações do dia-a-dia, ou seja, com menor stress e maior eficiência.

Mas infelizmente respiramos curto e rápido, ofegantes em meio à correria e stress diários. Mas por que começamos a respirar superficialmente, curto e rápido? Por defesa. Para sofrer menos.

Quando crianças os adultos nos repreendiam asperamente, batiam, gritavam, deixavam-nos com medo. Como respirávamos corretamente, absorvíamos muita energia vital e como ela é sinônimo de sensibilidade, sentíamos tudo intensamente, seja a felicidade, seja o sofrimento. Assim, inconscientemente começamos a respirar curto para absorver menos energia vital, diminuindo assim a nossa sensibilidade e conseqüentemente, o nosso sofrimento.

Esta estratégia, ao mesmo tempo em que fecha a porta para a percepção da infelicidade, também fecha para a da felicidade. Ficamos, então, com a nossa sensibilidade amortecida para a vida: não sentimos o sabor dos alimentos; não sentimos a alegria de estar vivos; não encontramos sentido na vida; não conseguimos amar o sexo oposto, nem desfrutar um dia a sós conosco mesmos.

Parece, portanto, que a vida quer que aprendamos a aceitar ambas as sensações, sabendo lidar com elas sabiamente.

E como a nossa felicidade interior está bloqueada, passamos a buscá-la fora de nós, através de um automóvel novo, de um apartamento novo, status, sucesso, respeito alheio, dinheiro ou um grande amor. Todavia a felicidade interior não precisa ser conquistada, mas apenas descoberta.

Portanto, a felicidade interior do tempo que éramos crianças ainda está em nós; apenas está bloqueada por mecanismos de defesa que o Shiatsu através do toque é capaz de afrouxar e finalmente dissolver. Afinal de contas, a felicidade é o estado de espírito natural do ser humano em equilíbrio com as suas energias e com o Universo.
A respiração é um ato automático do qual pouco se dá conta no dia a dia1. Pacientes com problemas respiratórios como asma e rinite alérgica, no entanto, respiram de maneira incorreta.

Respirar corretamente significa relaxar a musculatura superior do tórax e contrair o diafragma. Os pacientes asmáticos têm a cadeia inspiratória encurtada e utilizam a parte superior do tórax para respirar, o que faz com que o diafragma acabe por não exercer sua função corretamente. Isso desequilibra a musculatura e desalinha as linhas torácicas, trazendo consequências como escoliose (desvio lateral da coluna), postura cifótica (corcunda), hiperlordose (aumento de curvatura da região lombar) e ombros caídos. Muitas das alterações ocorridas no corpo influenciam diretamente a respiração, causando, por exemplo, obstrução brônquica 1.

Para reeducar a respiração e ajudar no tratamento clínico da asma, a técnica de fisioterapia chamada RPG é bastante indicada. Ela vai analisar o corpo do paciente como um todo e não apenas a parte que está desalinhada, e por meio de exercícios como alongamento, vai dar força e elasticidade à musculatura, além de corrigir o desequilíbrio muscular. O paciente então poderá sentir uma redução nas crises de asma e estará se prevenindo de futuras complicações. O médico fisioterapeuta dará também ao paciente orientações para as atividades diárias.
Postura e respiração corretas são importantes para a saúde e bem-estar do ser humano1.

A hipertensão arterial é um reconhecido fator de risco das doenças cardiovasculares

Escrito por Jason Dias Silva on . Postado em Saúde

Em Portugal, existem cerca de dois milhões de hipertensos. Destes, apenas metade tem conhecimento de que tem pressão arterial elevada, apenas um quarto está medicado e apenas 16 por cento estão controlados.

Hoje sabe-se que a adopção de um estilo de vida saudável pode prevenir o aparecimento da doença e que a sua detecção e acompanhamento precoces podem reduzir o risco de incidência de doença cardiovascular.

Como se define a hipertensão arterial?

Designam-se de hipertensão arterial todas as situações em que se verificam valores de tensão arterial aumentados. Para esta caracterização, consideram-se valores de tensão arterial sistólica superiores ou iguais a 140 mm Hg (milímetros de mercúrio) e/ou valores de tensão arterial diastólica superiores a 90 mm Hg.

Com frequência, apenas um dos valores surge alterado. Quando os valores da “máxima” estão alterados, diz-se que o doente sofre de hipertensão arterial sistólica; quando apenas os valores da “mínima” se encontram elevados, o doente sofre de hipertensão arterial diastólica. A primeira é mais frequente em idades avançadas.

Quais as causas da hipertensão arterial?

Na maior parte dos casos (90 por cento), não há uma causa conhecida para a hipertensão arterial, embora em algumas situações seja possível encontrar uma doença associada que é a verdadeira causa da hipertensão arterial. Por exemplo: a apneia do sono, a doença renal crónica, o hiperaldosteronismo primário, a hipertensão renovascular, a síndroma de Cushing ou terapêutica esteróide, a feocromocitoma, a coarctação da aorta ou a doença tiroideia e paratiroideia.

A hereditariedade e a idade são dois factores a ter também em atenção. Em geral, quanto mais idosa for a pessoa, maior a probabilidade de desenvolver hipertensão arterial. Cerca de dois terços das pessoas com idade superior a 65 anos são hipertensas, sendo este o grupo em que a hipertensão sistólica isolada é mais frequente.

Quais são os factores de risco?
Obesidade;
Consumo exagerado de sal e de álcool;
Sedentarismo;
Má alimentação;
Tabagismo;
Stress.

Como prevenir a hipertensão arterial?

A adopção de um estilo de vida saudável constitui a melhor forma de prevenir a ocorrência de hipertensão arterial.

Entre os hábitos de vida saudável sublinha-se a importância de:
Redução da ingestão de sal na alimentação;
Preferência por uma dieta rica em frutos, vegetais e com baixo teor de gorduras saturadas;
Prática regular de exercício físico;
Consumo moderado do álcool (um máximo de 30 ml etanol/dia nos homens e 15 ml/dia para as mulheres);
Cessação do hábito de fumar;
No caso dos indivíduos obesos é aconselhável uma redução de peso.

A ausência de quaisquer sintomas durante a fase inicial da doença faz da medição regular da tensão arterial um hábito a seguir. Todos os adultos, em particular os obesos, os diabéticos e os fumadores ou com história de doença cardiovascular na família, devem medir a sua pressão arterial pelo menos uma vez por ano.

Quais os sintomas que estão associados à doença?

Regra geral, nos primeiros anos, a hipertensão arterial não provoca quaisquer sintomas, à excepção de valores tensionais elevados, os quais se detectam através da medição da pressão arterial.

Em alguns casos, a hipertensão arterial pode, contudo, manifestar-se através de sinais como a ocorrência de cefaleias, tonturas ou um mal-estar vago e difuso, que são comuns a muitas outras doenças.

Com o decorrer dos anos, a pressão arterial acaba por lesar os vasos sanguíneos e os órgãos vitais (o cérebro, o coração e os rins), provocando sintomas e sinais de alerta vários.

Como se faz o diagnóstico da doença?

O diagnóstico é feito através da medição da pressão arterial e pela verificação de que os seus níveis estão acima do limite normal. Contudo, um valor elevado isolado não é sinónimo de doença. Só é considerado hipertenso um indivíduo que tenha valores elevados em, pelo menos, três avaliações seriadas.

Compete ao médico fazer o diagnóstico da doença, uma vez que a pressão arterial num adulto pode variar devido a factores como o esforço físico ou o stress, sem que tal signifique que o indivíduo sofre de hipertensão arterial.

Quais as formas de tratamento?

Não há uma cura para a hipertensão arterial. Contudo, apesar de ser uma doença crónica, na maioria dos casos é controlável.

A adopção de um estilo de vida saudável proporciona geralmente uma descida significativa da pressão arterial.

A diminuição do consumo do sal reduz a pressão arterial em grande número de hipertensos.

A prática regular de exercício físico pode reduzir significativamente a pressão arterial. O exercício escolhido deve compreender movimentos cíclicos (marcha, corrida, natação ou dança são boas escolhas). Mas os hipertensos devem evitar actividades que aumentem a pressão arterial durante o esforço, como levantar pesos, por exemplo.

Se algum tempo depois de ter posto em prática estas medidas não tiver registado uma descida adequada da pressão arterial, torna-se necessário recorrer ao tratamento farmacológico. Convém sublinhar que os medicamentos não curam a hipertensão arterial, apenas ajudam a controlar a doença. Por isso, uma vez iniciado o tratamento, ele deverá ser, em princípio, mantido ao longo de toda a vida.

Felizmente, já existem muitos medicamentos eficazes na redução da pressão arterial. Compete ao médico decidir qual o fármaco mais apropriado para iniciar o tratamento. Em alguns casos, não basta apenas um fármaco, sendo necessária uma medicação combinada. Noutros casos, os doentes não toleram a medicação indicada, pelo que devem contactar novamente o médico para que ele a substitua por outra.

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